estrema

Do latim 'extrema', neutro plural de 'extremus', superlativo de 'exter', significando 'exterior'.

Origem

Antiguidade Clássica

Do latim 'extrema', feminino de 'extremus', significando o último, o mais distante, o limite, o ápice.

Mudanças de sentido

Idade Média - Século XIX

Mantém o sentido primário de limite geográfico ou ponto final. Ex: 'a estrema da terra'. Também pode indicar o ponto mais alto ou mais baixo de algo, o auge ou o nadir.

Atualidade

Continua a ser usada em seu sentido literal de limite, especialmente em contextos formais ou técnicos. A forma 'extremo' é mais versátil e comum para qualidades levadas ao máximo (ex: 'coragem extrema').

A palavra 'estrema' é formalmente definida como a forma feminina de 'extremo', referindo-se ao ponto mais afastado, ao limite, ou a algo levado ao máximo. Sua ocorrência é mais restrita em comparação com 'extremo', que abrange uma gama maior de usos, incluindo qualidades abstratas levadas ao seu ápice.

Primeiro registro

Idade Média

Registros em textos medievais portugueses, frequentemente em documentos legais ou descrições de terras, onde 'estrema' se referia aos limites de propriedades.

Momentos culturais

Século XIX

Aparece em descrições literárias de paisagens e fronteiras, como em romances regionalistas ou de aventura, demarcando os confins do mundo conhecido ou de uma propriedade.

Comparações culturais

Atualidade

Inglês: 'extreme' (adjetivo) e 'extremity' (substantivo, limite). Espanhol: 'extremo' (adjetivo e substantivo, limite, ponto culminante). O uso da forma feminina específica 'estrema' é menos comum em outras línguas românicas, onde o masculino ou neutro 'extremo' tende a ser mais abrangente.

Relevância atual

Atualidade

A palavra 'estrema' é reconhecida como formal e dicionarizada. Sua relevância reside em contextos específicos onde a distinção de gênero ou a ênfase no limite físico ou geográfico é importante. Em geral, 'extremo' é mais prevalente no uso cotidiano e figurado.

Origem Etimológica

Deriva do latim 'extrema', feminino de 'extremus', que significa o último, o mais distante, o limite.

Entrada e Uso Inicial no Português

A palavra 'estrema' (e sua forma masculina/neutra 'extremo') foi incorporada ao léxico português desde seus primórdios, com registros que remontam à Idade Média, mantendo seu sentido original de limite ou ponto final.

Evolução e Diversificação de Sentido

Ao longo dos séculos, 'estrema' manteve seu núcleo semântico ligado a limites e pontos culminantes, sendo utilizada em contextos geográficos, físicos e abstratos. A forma feminina 'estrema' é menos comum que 'extremo' em muitos contextos, mas persiste em usos específicos.

Uso Contemporâneo

Atualmente, 'estrema' é uma palavra formal/dicionarizada, utilizada para se referir a um limite geográfico (a extrema de um terreno), a um ponto máximo ou mínimo em uma escala, ou a uma situação levada ao limite. É menos frequente no discurso coloquial que 'extremo'.

estrema

Do latim 'extrema', neutro plural de 'extremus', superlativo de 'exter', significando 'exterior'.

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