Palavras

estrepsirrinos

Do grego 'strepsirrhinos', composto de 'strepsis' (torção) e 'rhis' (nariz), referindo-se à forma do focinho.

Origem

Século XIX

Do grego 'strepsí' (curvo) e 'rhînos' (nariz), descrevendo a morfologia facial característica da subordem.

Mudanças de sentido

Século XIX - Atualidade

O sentido da palavra permaneceu estritamente técnico e descritivo, sem desvios ou popularização.

A palavra 'estrepsirrinos' foi cunhada no contexto científico para classificar um grupo específico de primatas, e seu significado se manteve fiel à sua origem etimológica e ao propósito taxonômico.

Primeiro registro

Século XX

Primeiros registros em publicações científicas e acadêmicas em língua portuguesa, traduzindo ou adaptando a nomenclatura zoológica internacional.

Momentos culturais

Século XX - Atualidade

A palavra aparece em documentários de natureza (ex: BBC Earth, National Geographic) e em livros de divulgação científica, apresentando os lêmures, lóris e galagos ao público.

Comparações culturais

Inglês: Strepsirrhini (mesma origem e uso científico). Espanhol: Estrepsirrinos (equivalente direto, uso científico). Francês: Strepsirrhini (termo científico internacional). Alemão: Feuchtnasenaffen (literalmente 'macacos de nariz úmido', descrevendo uma característica comum).

Relevância atual

Atualidade

A palavra mantém sua relevância estritamente no campo da biologia e zoologia, sendo fundamental para a classificação e estudo dos primatas não-humanos. Sua presença é limitada a contextos acadêmicos e de pesquisa.

Origem Etimológica

Século XIX - Derivado do grego 'strepsí' (curvo) e 'rhînos' (nariz), referindo-se à característica do focinho curvado desses primatas.

Entrada e Uso na Língua Portuguesa

Século XX - A palavra 'estrepsirrinos' entra no vocabulário científico e acadêmico do português, principalmente em textos de zoologia e primatologia. Seu uso é restrito a contextos formais e técnicos.

Uso Contemporâneo

Atualidade - 'Estrepsirrinos' permanece como um termo técnico na biologia e zoologia. Sua presença é majoritariamente em publicações científicas, livros didáticos e documentários sobre a vida selvagem. Não possui uso coloquial ou popular.

estrepsirrinos

Do grego 'strepsirrhinos', composto de 'strepsis' (torção) e 'rhis' (nariz), referindo-se à forma do focinho.

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