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estreptomicina

Do gênero bacteriano *Streptomyces* + -icina (sufixo de substâncias medicamentosas).

Origem

1943

Nome deriva do gênero de bactéria do solo, Streptomyces, de onde foi isolada. O sufixo '-micina' indica que é um produto de microrganismos, comum em antibióticos.

Primeiro registro

1944

Publicação científica descrevendo a descoberta e atividade antibacteriana da estreptomicina. O artigo seminal é de Selman Waksman e colaboradores.

Comparações culturais

Inglês: Streptomycin. Espanhol: Estreptomicina. O nome é amplamente conservado em diversas línguas devido à sua origem científica e taxonômica.

Relevância atual

Atualidade

A estreptomicina continua sendo um medicamento essencial, listado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como um dos antibióticos mais importantes. É crucial no tratamento da tuberculose multirresistente e outras infecções específicas, embora o surgimento de resistência bacteriana e efeitos colaterais (como ototoxicidade e nefrotoxicidade) exijam monitoramento cuidadoso e uso em regimes combinados.

Descoberta e Isolamento

Década de 1940 — A estreptomicina foi descoberta em 1943 por Albert Schatz, Elizabeth Bugie e Selman Waksman, a partir de uma bactéria do solo, o Streptomyces griseus. Sua introdução como medicamento ocorreu logo após.

Introdução e Uso Clínico

Anos 1940-1950 — A estreptomicina revolucionou o tratamento da tuberculose, uma doença antes amplamente incurável. Foi o primeiro antibiótico eficaz contra a micobactéria causadora da tuberculose (Mycobacterium tuberculosis).

Uso Consolidado e Desafios

Meados do século XX - Atualidade — Tornou-se um pilar no tratamento da tuberculose, especialmente em combinação com outros fármacos para evitar resistência bacteriana. Seu uso se expandiu para outras infecções causadas por bactérias Gram-negativas.

estreptomicina

Do gênero bacteriano *Streptomyces* + -icina (sufixo de substâncias medicamentosas).

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