etilismo
Do latim 'aethilicus', relativo ao álcool etílico.
Origem
Do grego 'oînos' (vinho) + sufixo '-ismo' (condição, estado).
Mudanças de sentido
Conceito médico para intoxicação ou dependência crônica do álcool.
Termo técnico-médico e social, frequentemente associado a estigma e doença.
Embora a palavra 'etilismo' seja formal e dicionarizada, seu uso no cotidiano pode carregar um peso pejorativo, sendo muitas vezes substituída por termos como 'alcoolismo' ou 'dependência química' em contextos mais sensíveis ou informais.
Primeiro registro
Registros em publicações médicas e científicas do final do século XIX e início do século XX no Brasil, com a consolidação da terminologia médica.
Momentos culturais
A discussão sobre etilismo ganha espaço em debates sobre saúde pública e os efeitos sociais do consumo de álcool, influenciando políticas de controle e tratamento.
Conflitos sociais
O estigma associado ao termo 'etilismo' e ao alcoolismo em geral gera debates sobre a abordagem da dependência química como questão de saúde pública versus moralidade.
Vida emocional
Associada a sentimentos de doença, vício, vergonha e, em alguns contextos, a uma luta por recuperação e dignidade.
Representações
Personagens em novelas, filmes e séries frequentemente retratam as consequências do etilismo, abordando desde o sofrimento individual até o impacto familiar e social.
Comparações culturais
Inglês: 'Ethylism' é um termo menos comum, sendo 'alcoholism' ou 'alcohol dependence' os mais utilizados. Espanhol: 'Etilismo' é amplamente utilizado, similar ao português, com 'alcoholismo' também sendo comum. Francês: 'Éthylisme' é usado, mas 'alcoolisme' é mais prevalente. Alemão: 'Äthylismus' existe, mas 'Alkoholismus' é o termo dominante.
Relevância atual
O termo 'etilismo' continua relevante no meio médico e acadêmico para a classificação diagnóstica, mas em discussões públicas, a tendência é o uso de 'alcoolismo' ou 'transtorno por uso de álcool' para desestigmatizar a condição e focar na saúde.
Origem Etimológica
Século XIX — Deriva do grego 'oînos' (vinho) e do sufixo '-ismo', indicando condição ou estado.
Entrada na Língua Portuguesa
Final do século XIX/Início do século XX — A palavra surge no vocabulário médico e científico para descrever a condição de dependência ou intoxicação crônica pelo álcool, refletindo um avanço na compreensão das doenças relacionadas ao consumo de bebidas alcoólicas.
Uso Contemporâneo
Atualidade — Mantém seu sentido técnico-médico, mas também é utilizada em discussões sociais sobre alcoolismo, saúde pública e dependência química, com uma conotação frequentemente negativa e estigmatizante.
Do latim 'aethilicus', relativo ao álcool etílico.