exabundante
Origem
Do latim vulgar *exabundans*, particípio presente de *exabundare* (transbordar, ser excessivo). Composto por *ex-* (fora) e *abundare* (abundar).
Mudanças de sentido
Significava literalmente 'que transborda', 'em excesso extremo'.
Se tivesse entrado na língua, provavelmente manteria o sentido de 'extremamente abundante', 'em excesso considerável', talvez com uma ênfase maior que 'exuberante' ou 'abundante'.
A formação com o prefixo 'ex-' intensifica a ideia de abundância, sugerindo um estado que ultrapassa o normal ou o esperado. No entanto, a ausência de uso impede a evolução semântica.
Primeiro registro
Não há registros documentados de uso da palavra 'exabundante' em português brasileiro em fontes literárias, jornalísticas ou acadêmicas.
Comparações culturais
Inglês: A palavra 'exabundant' não é um termo comum em inglês. Termos como 'exuberant', 'abundant', 'plentiful', 'overflowing' são usados. Espanhol: Similar ao português, 'exabundante' não é uma palavra usual. Utilizam-se 'exuberante', 'abundante', 'copioso'. Italiano: 'Esabundante' existe, mas é raro, com o mesmo sentido de 'extremamente abundante' ou 'transbordante'. Francês: 'Exubérant' ou 'abondant' são os termos equivalentes.
Relevância atual
A palavra 'exabundante' não possui relevância atual no português brasileiro, pois não faz parte do vocabulário ativo ou passivo da maioria dos falantes.
Origem Etimológica
Latim vulgar: *exabundans*, particípio presente de *exabundare*, que significa 'transbordar', 'ser excessivo'. Deriva de *ex-* (fora, para fora) + *abundare* (abundar, ser copioso).
Entrada e Uso Inicial no Português
A palavra 'exabundante' não é um termo reconhecido ou de uso comum no português brasileiro. Sua estrutura sugere uma formação a partir do latim, mas não há registros documentados de sua entrada ou uso significativo na língua portuguesa, seja em Portugal ou no Brasil.
Uso Contemporâneo e Reconhecimento
A palavra 'exabundante' não é encontrada em dicionários de português brasileiro nem em corpora linguísticos de uso corrente. Sua inexistência sugere que não se estabeleceu como um vocábulo da língua, possivelmente por ser redundante ou por não ter encontrado um nicho semântico específico que justificasse sua adoção.