existencialismo

Do francês 'existentialisme', derivado de 'existence' (existência).

Origem

Início do século XX

Deriva de 'existência', do latim 'existentia', significando 'ato de estar fora', 'estar presente', 'realidade'. A corrente filosófica se consolida com pensadores como Sartre, Camus e Beauvoir, com raízes em Kierkegaard e Nietzsche.

Mudanças de sentido

Meados do século XX

Termo filosófico e acadêmico, associado a teorias sobre a condição humana, liberdade e responsabilidade individual.

Final do século XX - Atualidade

Popularização e simplificação do conceito, associado a sentimentos de angústia, tédio, busca por propósito e dilemas morais na vida cotidiana.

O termo 'existencial' ou 'existencialismo' pode ser usado informalmente para descrever situações de crise pessoal, dilemas éticos ou a sensação de falta de sentido, distanciando-se da complexidade filosófica original.

Primeiro registro

Meados do século XX

Registros em publicações acadêmicas e literárias brasileiras, com a tradução e discussão de obras de filósofos existencialistas europeus. (Referência implícita: corpus_literario_academico_brasil.txt)

Momentos culturais

Décadas de 1950-1960

Influência marcante na literatura brasileira, com autores explorando temas existencialistas em suas obras. O cinema também reflete essas preocupações.

Atualidade

Presença em filmes, séries e músicas que abordam a busca por identidade, o sentido da vida e a liberdade individual.

Vida emocional

Meados do século XX

Associado a um peso intelectual e filosófico, denotando profundidade e complexidade.

Atualidade

Pode carregar um tom de melancolia, drama ou até mesmo um certo 'charme' intelectual, dependendo do contexto de uso.

Vida digital

Atualidade

Termo frequentemente buscado em plataformas de pesquisa e redes sociais, associado a discussões sobre filosofia, psicologia e autoajuda. Aparece em hashtags e discussões sobre dilemas pessoais.

Comparações culturais

Século XX - Atualidade

Inglês: 'Existentialism' - termo amplamente utilizado desde meados do século XX, com similar trajetória de popularização e uso em contextos acadêmicos e culturais. Espanhol: 'Existencialismo' - igualmente consolidado, com forte presença na literatura e filosofia latino-americana. Francês: 'Existentialisme' - a língua de origem de muitos dos seus expoentes, mantendo um peso cultural significativo.

Relevância atual

Atualidade

O existencialismo continua a ser uma referência importante para entender a condição humana, a liberdade e a responsabilidade. Suas ideias ressoam em debates sobre individualismo, propósito de vida e a busca por autenticidade em um mundo complexo e em constante mudança.

Origem Conceitual e Etimológica

Início do século XX — O existencialismo como corrente filosófica emerge com pensadores como Jean-Paul Sartre, Albert Camus e Simone de Beauvoir, embora suas raízes remontem a Søren Kierkegaard e Friedrich Nietzsche no século XIX. A palavra 'existencialismo' deriva de 'existência', do latim 'existentia', que significa 'ato de estar fora', 'estar presente', 'realidade'.

Entrada e Consolidação no Português

Meados do século XX — O termo 'existencialismo' entra no vocabulário acadêmico e cultural brasileiro, impulsionado pela tradução de obras filosóficas e literárias europeias, especialmente francesas. Ganha força em círculos intelectuais e universitários.

Uso Contemporâneo e Popularização

Final do século XX e Atualidade — O existencialismo transcende o meio acadêmico, influenciando a literatura, o cinema e a cultura popular. A palavra é usada para descrever temas de angústia, liberdade, responsabilidade e busca por sentido na vida, muitas vezes de forma simplificada ou associada a um certo 'drama' existencial.

existencialismo

Do francês 'existentialisme', derivado de 'existence' (existência).

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