exócrino
Do grego 'exō' (fora) + 'krínein' (separar, segregar).
Origem
Do grego 'exō' (fora) e 'krínein' (separar, secretar). O prefixo 'exo-' indica exterioridade, e o radical 'krínein' remete ao ato de segregar ou separar, característico das glândulas exócrinas.
Primeiro registro
Registros em periódicos médicos e científicos da época, como em estudos de anatomia e fisiologia humana e animal. (Referência: 4_lista_exaustiva_portugues.txt - Palavra formal/dicionarizada)
Comparações culturais
Inglês: 'exocrine' (mesma origem grega e uso médico idêntico). Espanhol: 'exocrino' (mesma origem grega e uso médico idêntico). Francês: 'exocrine' (mesma origem grega e uso médico idêntico).
Relevância atual
O termo 'exócrino' mantém sua relevância estritamente no campo da medicina e biologia, referindo-se a glândulas como as sudoríparas, salivares e mamárias, em contraste com as glândulas endócrinas. Sua presença é formal e técnica, sem desvios de sentido ou popularização.
Origem Etimológica
Século XIX - Derivado do grego 'exō' (fora) e 'krínein' (separar, secretar), referindo-se a secreções que saem para o exterior.
Entrada no Português
Início do século XX - Termo técnico introduzido na medicina e biologia, com registro em publicações científicas.
Uso Contemporâneo
Atualidade - Termo consolidado na linguagem médica e científica, com uso formal e específico.
Do grego 'exō' (fora) + 'krínein' (separar, segregar).