experimento

Do latim experimentum, 'prova, ensaio'.

Origem

Latim

Do latim 'experimentum', significando 'tentativa', 'ensaio', 'prova', 'experiência'.

Mudanças de sentido

Idade Média/Renascimento

Sentido geral de teste, ensaio, prova prática, especialmente em ofícios e alquimia.

Séculos XVII-XVIII

Refinamento para 'teste científico sistemático', validação empírica de teorias.

A Revolução Científica impulsionou o uso de 'experimento' como método de investigação, distinguindo-o de meras tentativas ou observações casuais. Figuras como Francis Bacon e Galileu Galilei foram cruciais para essa formalização.

Séculos XIX-XXI

Ampliação para 'experiência de vida', 'teste de algo novo', 'ensaio pessoal'.

O termo passou a abranger não apenas testes controlados, mas também a vivência subjetiva e a exploração de novas situações ou sensações. Em português brasileiro, 'experimento' pode se referir tanto a um teste de laboratório quanto a uma nova receita culinária ou a uma tentativa de mudança de carreira.

Primeiro registro

Século XV

Registros em textos da época, como crônicas e tratados, indicam o uso da palavra em seu sentido de teste ou prova.

Momentos culturais

Século XX

A literatura e o cinema exploram o 'experimento' como forma de arte ou como metáfora para a busca de novas linguagens e realidades.

Atualidade

O termo é central em discussões sobre inovação, tecnologia e desenvolvimento de produtos, sendo um pilar da cultura empreendedora.

Comparações culturais

Inglês: 'Experiment' carrega um peso similar, sendo fundamental na ciência e na vida cotidiana. Espanhol: 'Experimento' é um cognato direto, com uso idêntico em contextos científicos e práticos. Francês: 'Expérience' abrange tanto o experimento científico quanto a experiência vivida. Alemão: 'Experiment' é o termo científico, enquanto 'Erfahrung' se refere mais à experiência vivida.

Relevância atual

A palavra 'experimento' mantém sua alta relevância no português brasileiro, sendo indispensável em contextos acadêmicos, científicos, tecnológicos e na linguagem cotidiana para descrever testes, ensaios e novas vivências. Sua presença é constante em notícias, artigos científicos, manuais técnicos e conversas informais.

Origem Etimológica e Entrada no Português

Século XIV/XV — Deriva do latim 'experimentum', que significa 'tentativa', 'ensaio', 'prova'. A palavra chegou ao português através do latim vulgar, possivelmente via o francês antigo 'experement'. Inicialmente, referia-se a qualquer tipo de teste ou prova, especialmente em contextos práticos ou artesanais.

Expansão com a Ciência Moderna

Séculos XVII-XVIII — Com o desenvolvimento do método científico, 'experimento' ganha um sentido mais rigoroso e sistemático, associado à observação controlada e à validação de hipóteses. Torna-se um termo central nas ciências naturais e na filosofia empírica.

Uso Contemporâneo e Diversificação

Séculos XIX-XXI — A palavra consolida seu uso em diversas áreas: científico, técnico, psicológico (experiência de vida) e até cotidiano (experimentar um prato). No Brasil, o termo é amplamente utilizado em contextos acadêmicos, de pesquisa e no dia a dia, mantendo sua polissemia.

experimento

Do latim experimentum, 'prova, ensaio'.

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