extinta
Do latim extinctus, particípio passado de extinguere, 'apagar, extinguir'.
Origem
Do latim 'extinctus', particípio passado de 'extinguere', com o sentido de apagar, cessar, aniquilar.
Mudanças de sentido
O sentido fundamental de 'deixar de existir' permaneceu estável, mas o escopo de aplicação se expandiu.
Inicialmente aplicada a fogo, luz e vida, a palavra passou a designar espécies biológicas ('espécie extinta'), instituições ('empresa extinta'), leis ('lei extinta'), e até mesmo conceitos ou sentimentos ('esperança extinta').
Primeiro registro
Registros em textos antigos da língua portuguesa, como em crônicas e documentos legais, atestam o uso do termo.
Momentos culturais
A palavra ganhou proeminência em discussões sobre conservação ambiental, com a catalogação de espécies ameaçadas e extintas.
Frequentemente utilizada em contextos históricos para descrever civilizações, impérios ou práticas sociais que desapareceram.
Representações
Presente em documentários sobre a natureza, filmes de ficção científica (com espécies extintas ou futuras) e em narrativas históricas.
Comparações culturais
Inglês: 'extinct'. Espanhol: 'extinto(a)'. O conceito de algo que deixou de existir é universal, com cognatos diretos nas línguas românicas e termos equivalentes em outras famílias linguísticas.
Relevância atual
A palavra 'extinta' mantém sua relevância em debates sobre biodiversidade, patrimônio cultural e a memória histórica, sendo um termo técnico e de uso comum.
Origem Etimológica
Deriva do latim 'extinctus', particípio passado de 'extinguere', que significa apagar, extinguir, cessar.
Entrada no Português
A palavra 'extinta' e seu verbo 'extinguir' foram incorporados ao vocabulário português através do latim, com uso documentado desde os primeiros registros da língua.
Uso Contemporâneo
Em uso corrente no português brasileiro, 'extinta' é aplicada a espécies, instituições, práticas e até mesmo sentimentos que deixaram de existir.
Do latim extinctus, particípio passado de extinguere, 'apagar, extinguir'.