falibilidade

Derivado do latim 'fallibilis', de 'fallere' (enganar, falhar).

Origem

Antiguidade Clássica

Do latim 'fallibilis', derivado de 'fallere', com o sentido de 'suscetível a cair, a errar, a enganar'.

Mudanças de sentido

Idade Média

Frequentemente associada à condição humana pecaminosa e à imperfeição diante do divino.

Iluminismo e Modernidade

Passa a ser discutida em termos de racionalidade, conhecimento e limites da ciência e da razão humana.

Atualidade

Amplamente aplicada a sistemas, tecnologias (IA, algoritmos) e instituições, além da condição humana.

A falibilidade, antes restrita à esfera moral e humana, agora é um conceito chave na discussão sobre a confiabilidade de sistemas tecnológicos e a necessidade de supervisão humana em processos automatizados.

Primeiro registro

Século XVI

Registros em textos filosóficos e teológicos em português, refletindo o uso do termo em debates sobre a natureza humana e a moralidade. (Referência: Dicionário Houaiss, verbete 'falibilidade')

Momentos culturais

Século XX

Em obras literárias e filosóficas que exploram a condição humana, a imperfeição e a busca por sentido em um mundo complexo.

Atualidade

Debates sobre a falibilidade da inteligência artificial e a necessidade de regulamentação.

Vida emocional

Associada à humildade, aceitação da imperfeição e, por vezes, à frustração ou resignação.

Vida digital

Buscas frequentes em artigos acadêmicos e discussões sobre ética em tecnologia e inteligência artificial.

Termo utilizado em análises de risco e segurança de sistemas.

Comparações culturais

Inglês: 'fallibility', com uso similar em contextos filosóficos, teológicos e técnicos. Espanhol: 'falibilidad', também empregado em discussões sobre a natureza humana e a confiabilidade de sistemas. Francês: 'faillibilité', com nuances semelhantes em debates acadêmicos e técnicos.

Relevância atual

Fundamental para a compreensão dos limites da tecnologia, da inteligência artificial e da necessidade de supervisão humana. Continua sendo um conceito central na filosofia, psicologia e direito para discutir responsabilidade e ética.

Origem Etimológica

Deriva do latim 'fallibilis', que significa 'suscetível a cair, a errar', relacionado ao verbo 'fallere' (cair, enganar, falhar).

Entrada e Consolidação no Português

A palavra 'falibilidade' e seu radical 'falível' foram incorporados ao léxico português, provavelmente através do latim eclesiástico ou filosófico, ganhando espaço em discussões teológicas e morais.

Uso Moderno e Contemporâneo

A palavra é amplamente utilizada em contextos filosóficos, jurídicos, psicológicos e cotidianos para descrever a condição inerente de imperfeição e a possibilidade de erro em seres humanos, sistemas e instituições.

falibilidade

Derivado do latim 'fallibilis', de 'fallere' (enganar, falhar).

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