Palavras

farmacovigilância

Composto dos radicais gregos 'pharmakon' (fármaco) e latim 'vigilare' (vigiar).

Origem

Século XX

Composição erudita a partir do grego 'pharmakon' (fármaco) e 'vigilare' (vigiar), com o sufixo latino '-antia'.

Mudanças de sentido

Século XX

Surgimento como termo técnico para descrever a vigilância sobre efeitos adversos de medicamentos.

Atualidade

Consolidação como atividade regulatória e científica fundamental para a segurança sanitária.

O sentido da palavra evoluiu de uma mera descrição de uma atividade para um conceito central na garantia da qualidade e segurança de medicamentos, abrangendo detecção, avaliação, compreensão e prevenção de reações adversas.

Primeiro registro

Meados do Século XX

A formalização do termo e sua adoção em publicações científicas e regulatórias brasileiras datam da segunda metade do século XX, acompanhando o desenvolvimento de agências sanitárias e a globalização da indústria farmacêutica. (Referência: 4_lista_exaustiva_portugues.txt - Palavra formal/dicionarizada)

Momentos culturais

Final do Século XX - Início do Século XXI

A crescente conscientização sobre a segurança de medicamentos, impulsionada por casos de reações adversas graves em larga escala, elevou a importância da farmacovigilância no debate público e nas políticas de saúde. A criação e o fortalecimento de agências reguladoras como a ANVISA no Brasil foram marcos nesse período.

Comparações culturais

Inglês: 'pharmacovigilance'. Espanhol: 'farmacovigilancia'. Francês: 'pharmacovigilance'. Alemão: 'Arzneimittelsicherheit' (segurança de medicamentos, termo mais amplo que abrange farmacovigilância).

Relevância atual

Atualidade

A farmacovigilância é uma área de atuação crucial e em constante evolução, essencial para a saúde pública global. A pandemia de COVID-19, por exemplo, destacou a importância do monitoramento contínuo da segurança de vacinas e tratamentos em tempo real. O termo é amplamente utilizado em regulamentações, pesquisas e na prática clínica.

Origem Etimológica

Formada pela junção dos radicais gregos 'pharmakon' (fármaco, veneno, remédio) e 'vigilare' (vigiar, observar), com o sufixo latino '-antia' (qualidade, estado). O termo é uma construção erudita, provavelmente surgida no século XX, refletindo a necessidade de um vocabulário técnico para a área farmacêutica.

Entrada e Consolidação na Língua Portuguesa

A palavra 'farmacovigilância' começou a ser utilizada formalmente no Brasil a partir da segunda metade do século XX, ganhando maior relevância com a expansão da indústria farmacêutica e a crescente preocupação com a segurança de medicamentos. Sua entrada no vocabulário técnico-científico foi impulsionada por regulamentações sanitárias e pela necessidade de monitoramento pós-comercialização de fármacos.

Uso Contemporâneo e Relevância

Atualmente, 'farmacovigilância' é um termo amplamente empregado em contextos acadêmicos, profissionais da saúde, agências reguladoras e na indústria farmacêutica. É uma atividade essencial para a saúde pública, garantindo a segurança dos pacientes e a eficácia dos medicamentos no mercado.

farmacovigilância

Composto dos radicais gregos 'pharmakon' (fármaco) e latim 'vigilare' (vigiar).

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