fastígio
Do latim 'fastigium', que significa 'ponto mais alto', 'cumeeira'.
Origem
Do latim 'fastigium', significando 'ápice', 'topo', 'cumeeira de telhado'.
Mudanças de sentido
Sentido original de 'ponto mais alto', 'ápice', 'auge', tanto em sentido físico (arquitetura) quanto figurado (glória, poder).
Mantém o sentido de ápice, frequentemente associado a momentos de grande sucesso, poder ou desenvolvimento em textos formais e literários.
O sentido de 'ponto mais alto' ou 'auge' é preservado, mas o uso é restrito a contextos formais e acadêmicos, sendo menos comum na linguagem cotidiana.
A palavra 'fastígio' é considerada formal e dicionarizada, conforme indicado no contexto RAG (4_lista_exaustiva_portugues.txt). Seu uso é mais comum em textos que buscam um registro elevado ou técnico.
Primeiro registro
A entrada da palavra no português remonta ao período de formação da língua, com registros em textos que já demonstravam influência do latim clássico.
Momentos culturais
Presente em obras literárias e discursos que celebravam ou analisavam o auge de impérios, civilizações ou carreiras individuais.
Utilizada para descrever a cumeeira de edifícios históricos e monumentos, remetendo ao seu sentido arquitetônico original.
Comparações culturais
Inglês: 'Fascicle' (em um sentido muito específico de feixe ou parte de um livro, sem a conotação de ápice) ou 'peak'/'summit' (para o sentido de ápice). Espanhol: 'fastigio' (com sentido similar de ápice, cumeeira, auge, mantendo a raiz latina).
Relevância atual
A palavra 'fastígio' é formal e dicionarizada, com uso restrito a contextos acadêmicos, literários e técnicos. Sua relevância reside na precisão semântica para descrever um ponto culminante, embora não seja de uso corrente na linguagem popular ou digital.
Origem Latina e Entrada no Português
Século XV/XVI — Derivado do latim 'fastigium', que significa 'ápice', 'cumeeira', 'topo'. A palavra entrou no português com esse sentido de ponto culminante, seja em sentido físico ou figurado.
Uso Clássico e Literário
Séculos XVII-XIX — 'Fastígio' foi amplamente utilizado na literatura e em discursos formais para denotar o auge de algo, o ponto mais elevado de glória, poder ou desenvolvimento. Era comum em textos de retórica e poesia.
Uso Contemporâneo e Dicionarizado
Século XX-Atualidade — A palavra 'fastígio' mantém seu sentido dicionarizado de 'ponto mais alto', 'ápice' ou 'auge'. É uma palavra formal, encontrada em contextos acadêmicos, jurídicos e literários, mas com uso menos frequente na linguagem coloquial.
Do latim 'fastigium', que significa 'ponto mais alto', 'cumeeira'.