fazer-pesquisa

Formado pela locução verbal 'fazer' (do latim 'facere') e o substantivo 'pesquisa' (do latim 'perquisita').

Origem

Século XVI

'Fazer' (latim FACERE) + 'Pesquisa' (latim medieval PERQUIRERE, buscar minuciosamente). A junção reflete a ação de empreender uma busca detalhada e sistemática.

Mudanças de sentido

Século XVI - XVIII

Ação de investigar, buscar conhecimento de forma metódica, muitas vezes ligada a descobertas geográficas e científicas incipientes.

Séculos XIX - XX

Sinônimo de produção acadêmica e científica formal, tese, dissertação, artigo científico. Rigor metodológico e validação.

Anos 1990 - Atualidade

Abrange desde a pesquisa acadêmica até a busca por informação online, coleta de dados digitais, investigação de mercado, e até mesmo a 'pesquisa' por tendências em redes sociais. O termo se expande para o cotidiano e o ambiente digital.

A digitalização trouxe a possibilidade de 'fazer pesquisa' de forma instantânea e em larga escala, mudando a percepção da dificuldade e do tempo necessário para obter informações. A viralização de conteúdos e a disseminação de 'fake news' também adicionaram novas camadas de complexidade ao ato de pesquisar.

Primeiro registro

Século XVI

Registros de viajantes e cronistas que descreviam suas investigações sobre a terra e os povos do Brasil. O termo 'pesquisa' já existia, e a junção com 'fazer' para descrever a ação se torna mais comum com a formalização do conhecimento.

Momentos culturais

Século XIX

Criação das primeiras universidades e instituições de pesquisa no Brasil, impulsionando a prática de 'fazer pesquisa' como atividade central.

Século XX

Avanços científicos e tecnológicos no Brasil, como na área da saúde e agricultura, que demandaram e popularizaram a 'pesquisa científica'.

Anos 2000

A popularização da internet e de ferramentas de busca como Google, transformando o 'fazer pesquisa' em uma atividade acessível a quase todos.

Vida digital

Termo amplamente utilizado em buscas online, desde pesquisas acadêmicas até curiosidades do dia a dia. 'Como fazer pesquisa sobre X' é uma query comum.

Presente em tutoriais, cursos online e conteúdos educativos sobre metodologias de pesquisa e uso de ferramentas digitais.

Associado a memes sobre a dificuldade de encontrar informações confiáveis na internet ou a busca incessante por respostas em plataformas como o Google e o YouTube.

Comparações culturais

Inglês: 'to do research' ou 'to research'. O verbo 'research' em inglês já carrega a ideia de busca minuciosa, similar à evolução do português. Espanhol: 'hacer investigación' ou 'investigar'. O espanhol mantém a estrutura de verbo + substantivo, assim como o português, enfatizando a ação de investigar.

Relevância atual

Em um mundo saturado de informações, 'fazer pesquisa' é uma habilidade essencial para discernir fatos de ficção, tomar decisões informadas e navegar pela complexidade do conhecimento contemporâneo. A capacidade de 'fazer pesquisa' de forma crítica e eficiente é cada vez mais valorizada no mercado de trabalho e na vida pessoal.

Origem e Formação

Século XVI - A palavra 'fazer' (do latim FACERE) e 'pesquisa' (do latim medieval PERQUIRERE, buscar minuciosamente) se unem para formar o composto 'fazer pesquisa', refletindo a prática de investigação sistemática que se desenvolvia na Europa e chegava ao Brasil Colônia.

Consolidação Acadêmica e Científica

Séculos XIX e XX - O termo 'fazer pesquisa' ganha força com a expansão do ensino superior e da ciência no Brasil. Torna-se um verbo-alvo para a produção acadêmica, com metodologias e normas cada vez mais definidas.

Democratização e Digitalização

Anos 1990 - Atualidade - A internet e as novas tecnologias democratizam o acesso à informação e transformam a forma de 'fazer pesquisa'. O termo passa a abranger desde a busca por artigos científicos até a coleta de dados em redes sociais e a produção de conteúdo digital.

fazer-pesquisa

Formado pela locução verbal 'fazer' (do latim 'facere') e o substantivo 'pesquisa' (do latim 'perquisita').

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