fechar-completamente
Composto de 'fechar' (verbo) + 'completamente' (advérbio).
Origem
Deriva do latim 'completus', particípio passado de 'complere', que significa encher, completar, terminar. A raiz latina carrega a ideia de algo que atingiu seu fim ou sua totalidade.
Mudanças de sentido
Advérbio 'completamente' surge para indicar a totalidade de uma ação ou estado, sem modificações significativas em seu sentido nuclear.
Consolidação do uso como intensificador em diversos registros, mantendo o sentido de 'totalmente' ou 'inteiramente'.
Mantém o sentido original de 'de maneira completa', 'totalmente', 'inteiramente', sendo um advérbio de modo comum e enfático.
Embora o sentido nuclear permaneça estável, o uso em contextos informais e digitais pode conferir uma carga de ênfase ainda maior, quase como um clichê para expressar intensidade máxima, como em 'completamente arrasado' ou 'completamente apaixonado'.
Primeiro registro
Registros em textos latinos medievais e primeiros documentos em português vernáculo, onde 'completamente' aparece como advérbio indicando totalidade.
Momentos culturais
Presença em obras literárias de Machado de Assis e outros autores, onde o advérbio é usado para detalhar estados e ações de personagens.
Uso frequente em letras de música popular brasileira para expressar sentimentos intensos e completos.
Vida digital
Alta frequência em redes sociais e plataformas de conteúdo para enfatizar opiniões, reações e descrições.
Comum em memes e legendas de vídeos para expressar um estado extremo ou absoluto.
Buscas relacionadas a sinônimos e usos intensificadores em contextos de escrita e comunicação online.
Comparações culturais
Inglês: 'Completely' (advérbio com sentido idêntico, derivado de 'complete'). Espanhol: 'Completamente' (advérbio com sentido idêntico, derivado de 'completo'). Francês: 'Complètement'. Italiano: 'Completamente'.
Relevância atual
O advérbio 'completamente' mantém sua relevância como um dos mais comuns e eficazes para expressar totalidade e intensidade na língua portuguesa brasileira, tanto na comunicação oral quanto escrita, formal e informal.
Origem Etimológica
Século XIII — do latim 'completus', particípio passado de 'complere', que significa encher, completar, terminar. A ideia de totalidade e ausência de lacunas é central.
Entrada e Evolução no Português
Idade Média a Renascimento — 'Completamente' surge como advérbio derivado de 'completo', indicando a totalidade de uma ação ou estado. Uso inicial em textos religiosos e administrativos para denotar finalização ou totalidade de algo. Século XIX — consolidação do uso em diversos registros, incluindo a literatura, como intensificador de adjetivos e verbos.
Uso Contemporâneo no Brasil
Século XX e Atualidade — 'Completamente' é um advérbio de modo amplamente utilizado na língua portuguesa brasileira, mantendo seu sentido original de 'de maneira completa', 'totalmente', 'inteiramente'. É comum em todos os registros linguísticos, do formal ao informal, e frequentemente empregado para enfatizar a intensidade de um estado ou ação.
Composto de 'fechar' (verbo) + 'completamente' (advérbio).