ficam-mais-graves

Formado pela conjugação do verbo 'ficar' (3ª pessoa do plural do presente do indicativo), o advérbio 'mais' e o adjetivo 'grave' (no plural).

Origem

Século XVI

Formação analítica a partir do verbo 'ficar' (latim 'fictare') e do advérbio 'mais' com o adjetivo 'grave' (latim 'gravis'). A estrutura é composta e descritiva do processo de intensificação de um estado.

Mudanças de sentido

Séculos XVII-XIX

Predominantemente usada para indicar o agravamento de uma condição, seja física (doença), social (problema) ou emocional (preocupação).

Século XX - Atualidade

Mantém o sentido original, mas pode ser usada com ironia ou em contextos de humor para descrever situações que, superficialmente, parecem graves, mas não são.

Em alguns contextos informais, a expressão pode ser usada de forma exagerada ou irônica, como em 'A situação dos estoques de biscoito ficam-mais-graves com a chegada dos netos', onde o tom é leve e humorístico, contrastando com o sentido literal de 'grave'.

Primeiro registro

Século XVI

Difícil precisar um primeiro registro único, pois a formação é analítica e gradual. Registros em documentos administrativos e literários da época já indicam o uso da construção para descrever agravamento de situações.

Momentos culturais

Século XIX

Presente em relatos de viagens e crônicas que descreviam a situação social ou de saúde em diferentes regiões do Brasil, indicando a seriedade de epidemias ou crises.

Século XX

Utilizada em jornais e revistas para descrever crises econômicas, políticas ou sociais, como 'as tensões internacionais ficam-mais-graves'.

Vida digital

Anos 2000 - Atualidade

A expressão pode aparecer em fóruns online, redes sociais e aplicativos de mensagem, muitas vezes com o uso de emojis para reforçar o tom (sério ou irônico). Não há viralizações massivas associadas diretamente à expressão isolada, mas ela compõe o léxico digital para descrever situações.

Comparações culturais

Atualidade

Inglês: 'become more serious', 'worsen'. Espanhol: 'se agrava', 'se pone más serio'. A construção em português é mais literal e descritiva da intensificação de um estado, enquanto em inglês e espanhol há verbos mais diretos para 'agravar'.

Relevância atual

Atualidade

A expressão 'ficam-mais-graves' continua sendo utilizada no português brasileiro para descrever o agravamento de situações em diversos âmbitos, desde notícias sobre saúde e política até contextos mais pessoais. Sua relevância reside na clareza descritiva e na capacidade de expressar a intensificação de um problema ou condição.

Origem e Formação

Século XVI - Formação a partir da junção do verbo 'ficar' (do latim 'fictare', tornar-se, permanecer) com o advérbio 'mais' e o adjetivo 'grave' (do latim 'gravis', pesado, sério). A construção é analítica e descritiva.

Consolidação e Uso

Séculos XVII-XIX - A expressão se consolida no português brasileiro, especialmente em contextos formais e informais para descrever agravamento de situações, doenças ou problemas.

Modernidade e Contemporaneidade

Século XX - Atualidade - A expressão mantém seu uso, mas também pode aparecer em contextos mais coloquiais ou com nuances de ironia, dependendo da entonação e do contexto.

ficam-mais-graves

Formado pela conjugação do verbo 'ficar' (3ª pessoa do plural do presente do indicativo), o advérbio 'mais' e o adjetivo 'grave' (no plural…

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