figuracoes

Derivado de 'figuração', do latim 'figuratio, -onis'.

Origem

Latim

Do latim 'figura', que significa forma, aparência, imagem, contorno. O sufixo '-ação' indica ação e efeito.

Mudanças de sentido

Século XV/XVI

Sentido primário de representação visual, forma, imagem.

Séculos XVII-XIX

Expansão para representação de ideias, conceitos, e a maneira como algo é apresentado ou concebido.

Séculos XX-XXI

Consolidação do uso como figuras de linguagem (retórica, linguística) e manutenção do sentido de representação visual/artística.

O termo 'figuração' passa a ser central em estudos sobre a arte de representar e a arte de usar a linguagem de forma não literal, abrangendo desde a pintura até a poesia e a prosa.

Primeiro registro

Século XV/XVI

Registros em textos literários e tratados de arte da época, indicando o uso da palavra para descrever representações visuais e formas.

Momentos culturais

Renascimento

Uso em tratados de arte e filosofia para discutir a representação da realidade e a idealização das formas.

Romantismo

Exploração da 'figuração' como meio de expressar emoções e o sublime na literatura e nas artes visuais.

Modernismo

Análise das novas 'figurações' artísticas e literárias que rompem com a tradição e exploram a subjetividade e a abstração.

Comparações culturais

Inglês: 'Figuration' (semelhante, usado em arte e linguística). Espanhol: 'Figuración' (idêntico em sentido e uso). Francês: 'Figuration' (mesmo sentido). Italiano: 'Figurazione' (mesmo sentido).

Relevância atual

A palavra 'figurações' mantém sua relevância em campos acadêmicos como artes visuais, literatura, linguística e filosofia da linguagem. No uso comum, refere-se a representações diversas ou a modos de expressão figurados.

Em discussões sobre design gráfico e visualização de dados, 'figurações' pode se referir a diferentes formas de apresentar informações visualmente.

Origem Etimológica e Primeiros Usos

Século XV/XVI — Deriva do latim 'figura', que significa forma, aparência, imagem. Inicialmente, referia-se à representação visual ou à forma de algo. A palavra 'figuração' em português surge nesse período, ligada à ideia de dar forma ou representar.

Expansão do Sentido para o Abstrato

Séculos XVII-XIX — O sentido se expande para além do visual, abrangendo a representação de ideias, conceitos e a criação de imagens mentais. Começa a ser usada em contextos literários e filosóficos para descrever a maneira como algo é apresentado ou concebido.

Figuração como Recurso e Expressão

Séculos XX-XXI — Consolida-se o uso de 'figuração' para se referir a figuras de linguagem, modos de expressão que se afastam do sentido literal (metáfora, metonímia, etc.). Torna-se um termo técnico em retórica, linguística e crítica literária. Também mantém o sentido de representação visual ou artística.

Uso Contemporâneo e Digital

Atualidade — A palavra 'figurações' (no plural) é usada tanto para se referir a múltiplas representações visuais ou artísticas quanto a diversas figuras de linguagem. Em contextos digitais, pode aparecer em discussões sobre design, arte gráfica, ou na análise de textos e discursos.

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Derivado de 'figuração', do latim 'figuratio, -onis'.

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