filatelista
Do grego 'philos' (amigo) + 'telos' (selo, imposto).
Origem
Deriva do grego 'philos' (amigo) e 'atelia' (isenção de impostos, do grego 'atelēs', sem pagamento). O termo original em francês, 'philatélie', surge em meados do século XIX, e 'philatéliste' para o praticante.
Mudanças de sentido
Originalmente, referia-se à prática de colecionar selos postais, com uma conotação de hobby erudito e de interesse histórico/geográfico.
O sentido se mantém, mas a prática se populariza, associando o 'filatelista' a um colecionador dedicado, muitas vezes com conhecimento técnico sobre filatelia.
O termo 'filatelista' é estritamente ligado à coleção de selos postais. A palavra é formal e dicionarizada, sem conotações negativas ou positivas intrínsecas, apenas descritiva da atividade.
A palavra é encontrada em dicionários e em contextos formais relacionados a colecionismo e história postal. O termo 'filatelista' é formal/dicionarizado, conforme indicado no contexto RAG.
Primeiro registro
Registros em jornais e publicações da época indicam a disseminação do termo e da prática no Brasil, acompanhando a expansão dos correios e o interesse por colecionismo.
Momentos culturais
A filatelia teve seu auge como hobby, com a formação de sociedades filatélicas em grandes cidades brasileiras e a realização de exposições nacionais e internacionais, onde os 'filatelistas' eram protagonistas.
Comparações culturais
Inglês: 'Philatelist', com a mesma origem grega e significado. Espanhol: 'Filatelista', idêntico ao português, também derivado do grego. Francês: 'Philatéliste', a origem do termo em línguas modernas. Alemão: 'Philatelist'.
Relevância atual
O termo 'filatelista' mantém sua relevância como designação formal para colecionadores de selos. Embora o hobby possa ter diminuído em popularidade massiva, a comunidade filatélica continua ativa, com eventos, associações e publicações especializadas, garantindo a persistência do termo em seu contexto específico.
Origem Etimológica
Século XIX — do grego 'philos' (amigo) e 'atelia' (isenção de impostos, do grego 'atelēs', sem pagamento), referindo-se à prática de colecionar selos que, em sua origem, eram isentos de taxas postais ou representavam o pagamento de um serviço postal.
Entrada na Língua Portuguesa
Final do século XIX/Início do século XX — A palavra 'filatelista' e a prática da filatelia chegam ao Brasil com a expansão dos serviços postais e o interesse crescente pela colecionismo de selos, influenciada por práticas europeias.
Consolidação do Uso
Século XX — A filatelia se estabelece como um hobby difundido, com clubes, exposições e publicações especializadas. O termo 'filatelista' torna-se comum para designar os praticantes.
Uso Contemporâneo
Atualidade — O termo 'filatelista' é formal e dicionarizado, referindo-se a colecionadores de selos. A prática, embora menos massificada que em seu auge, mantém adeptos e associações ativas.
Do grego 'philos' (amigo) + 'telos' (selo, imposto).