Palavras

finitude

Do latim 'finitus', particípio passado de 'finire' (terminar, limitar).

Origem

Latim Tardio

Do latim 'finitudo', derivado de 'finitus' (terminado, limitado), que por sua vez vem de 'finis' (fim, limite).

Mudanças de sentido

Latim Tardio / Idade Média

Conceito ligado à condição criada, em oposição ao infinito divino.

Séculos XVIII-XIX

Emprego em filosofia e teologia para discutir a natureza finita do ser humano e do universo material.

Atualidade

Mantém o sentido de limitação, aplicável a diversos domínios: tempo, recursos, vida, conhecimento.

A palavra é usada em discussões sobre a finitude dos recursos naturais, a finitude da vida humana (mortalidade) e a finitude do conhecimento científico.

Primeiro registro

Século XVIII

Registros em textos filosóficos e teológicos em português, possivelmente influenciados pelo uso em outras línguas europeias.

Momentos culturais

Século XX

A filosofia existencialista, com foco na condição humana e na mortalidade, pode ter impulsionado o uso do termo em debates intelectuais.

Atualidade

Debates sobre sustentabilidade e crise climática frequentemente abordam a finitude de recursos.

Vida emocional

Associada a sentimentos de limitação, mortalidade, mas também à valorização do presente e do finito.

Vida digital

Menos comum em buscas gerais, mas presente em fóruns de filosofia, teologia e discussões acadêmicas online.

Representações

Pode aparecer em documentários sobre a vida, a morte, o universo ou em obras literárias com temas existenciais.

Comparações culturais

Inglês: 'finitude', com uso similar em filosofia e teologia. Espanhol: 'finitud', também empregada em contextos acadêmicos e existenciais. Francês: 'finitude', com raízes na mesma origem latina e uso em debates filosóficos.

Relevância atual

A palavra 'finitude' mantém sua relevância em discussões sobre os limites da existência humana, a finitude de recursos planetários e a necessidade de uma consciência sobre o tempo limitado, tanto individual quanto coletivamente.

Origem Etimológica

Deriva do latim 'finitus', particípio passado de 'finire' (terminar, limitar), que por sua vez vem de 'finis' (fim, limite). A palavra 'finitude' é uma formação mais tardia, possivelmente a partir do francês 'finitude' ou diretamente do latim tardio 'finitudo'.

Entrada e Uso Inicial no Português

A palavra 'finitude' é um termo de cunho mais filosófico e teológico, comumente empregada em discussões sobre a condição humana, a mortalidade e os limites do conhecimento. Sua entrada no vocabulário formal português se deu gradualmente, ganhando maior circulação em textos acadêmicos e literários.

Uso Contemporâneo e Expansão

Atualmente, 'finitude' é uma palavra formal, dicionarizada, utilizada em contextos filosóficos, teológicos, existenciais e científicos. Mantém seu sentido de limitação e fim, mas pode aparecer em discussões sobre a finitude de recursos, tempo ou até mesmo em reflexões sobre a vida e a morte.

finitude

Do latim 'finitus', particípio passado de 'finire' (terminar, limitar).

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