fisiocrata

Do grego 'physis' (natureza) + 'kratos' (poder, governo).

Origem

Século XVIII

Deriva do grego 'physiokrateia', composto por 'physis' (natureza) e 'kratos' (poder, governo), refletindo a crença na ordem natural como base da prosperidade econômica.

Mudanças de sentido

Século XVIII

Designava estritamente os adeptos da escola econômica fisiocrata, enfatizando a agricultura como única fonte de riqueza real e defendendo o 'laissez-faire, laissez-passer'.

Século XIX em diante

O termo manteve seu sentido técnico-econômico, mas sua aplicação direta diminuiu com o declínio da influência da fisiocracia frente a outras escolas de pensamento econômico.

A fisiocracia foi uma escola de curta duração, mas suas ideias influenciaram o liberalismo clássico. O termo 'fisiocrata' permaneceu como um marcador histórico para essa corrente específica.

Primeiro registro

Século XVIII

Os primeiros registros em português datam do século XVIII, associados à disseminação das obras de Quesnay e à recepção de suas ideias no Brasil Colônia e em Portugal.

Momentos culturais

Século XVIII

A fisiocracia foi um movimento intelectual proeminente na França, com ecos em outras nações europeias e colônias, influenciando debates sobre política econômica e agrária.

Comparações culturais

Inglês: 'Physiocrat' - termo idêntico, usado para os seguidores da mesma escola econômica. Espanhol: 'Fisiócrata' - termo idêntico, com a mesma conotação histórica e econômica. Francês: 'Physiocrate' - origem do termo, com o mesmo significado.

Relevância atual

O termo 'fisiocrata' é de relevância histórica e acadêmica, sendo fundamental para o estudo da evolução do pensamento econômico. Não possui uso corrente no debate público ou na linguagem cotidiana.

Origem Etimológica

Século XVIII — do grego 'oikos' (casa, propriedade) e 'kratos' (poder, governo), significando 'governo da economia' ou 'governo da natureza'.

Entrada no Português

Século XVIII — A palavra 'fisiocrata' e o conceito de fisiocracia chegam ao português através de traduções e discussões intelectuais sobre as novas correntes econômicas europeias, especialmente da França.

Uso Histórico

Séculos XVIII e XIX — Utilizada para designar os seguidores da escola fisiocrática, como François Quesnay e Anne Robert Jacques Turgot, e suas ideias sobre a primazia da agricultura e o liberalismo econômico.

Uso Contemporâneo

Atualidade — O termo é predominantemente usado em contextos acadêmicos, históricos e de estudo da teoria econômica. Raramente aparece em discussões econômicas gerais ou no discurso popular.

fisiocrata

Do grego 'physis' (natureza) + 'kratos' (poder, governo).

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