floema
Do grego phloiós, 'casca'.
Origem
Deriva do grego antigo φλοιός (phloiós), significando 'casca', em referência à sua localização anatômica nas plantas.
Primeiro registro
Registros em publicações científicas e manuais de botânica em português, possivelmente em traduções de trabalhos europeus. (Referência: Palavra formal/dicionarizada)
Comparações culturais
Inglês: 'phloem'. Espanhol: 'floema'. Ambos os termos compartilham a mesma origem grega e são usados em contextos científicos similares.
Relevância atual
A palavra 'floema' mantém sua relevância estritamente no campo da ciência vegetal, sendo fundamental para a compreensão da fisiologia das plantas e do transporte de nutrientes. Seu uso é técnico e específico.
Origem Etimológica
Século XIX — do grego antigo φλοιός (phloiós), que significa 'casca', referindo-se à camada externa das plantas onde este tecido se localiza.
Entrada no Português Brasileiro
Final do século XIX/Início do século XX — A palavra 'floema' entra no vocabulário científico e botânico do português, provavelmente através de publicações acadêmicas e traduções de obras estrangeiras.
Uso Contemporâneo
Atualidade — Termo técnico amplamente utilizado em botânica, biologia vegetal e agronomia, com uso restrito a contextos acadêmicos e científicos. Não possui uso coloquial ou popular.
Do grego phloiós, 'casca'.