glabra

Do latim 'glaber, glabrus'.

Origem

Antiguidade Clássica

Do latim 'glaber', significando 'liso', 'sem pelos', 'sem barba'.

Mudanças de sentido

Antiguidade Clássica - Atualidade

O sentido de 'liso', 'sem pelos' ou 'sem cobertura semelhante' permaneceu estável ao longo do tempo, sendo aplicado em diversos campos do conhecimento.

Embora o sentido central seja estável, a aplicação da palavra pode variar. Em botânica, refere-se a folhas ou caules sem pelos. Em zoologia, a pele de certos animais. Em dermatologia, a pele humana sem pelos. A palavra 'glabra' é formal/dicionarizada, não possuindo conotações negativas ou positivas intrínsecas, apenas descritivas.

Primeiro registro

Idade Média

Registros em latim medieval e início do português indicam o uso da raiz latina em textos científicos e descritivos.

Século XVI

Presença em glossários e primeiras obras lexicográficas do português.

Momentos culturais

Século XVIII - XIX

Uso em descrições científicas e literárias que buscavam precisão terminológica, especialmente em obras sobre história natural e medicina.

Comparações culturais

Atualidade

Inglês: 'glabrous' (termo técnico similar, usado em botânica e zoologia). Espanhol: 'glabro' (mesmo sentido e origem latina, usado em contextos científicos e descritivos). Francês: 'glabre' (equivalente direto, com uso similar em ciências).

Relevância atual

Atualidade

A palavra 'glabra' mantém sua relevância em contextos acadêmicos e científicos, sendo um termo técnico preciso para descrever a ausência de pelos ou coberturas semelhantes. Sua presença é mais comum em publicações especializadas do que no discurso cotidiano.

Origem Etimológica e Entrada no Português

Deriva do latim 'glaber', que significa 'liso', 'sem pelos', 'sem barba'. A palavra entrou no vocabulário português, provavelmente através do latim vulgar, e manteve seu sentido original.

Uso Histórico e Dicionarização

A palavra 'glabra' foi registrada em dicionários e textos literários e científicos ao longo dos séculos, mantendo seu significado de ausência de pelos ou cobertura semelhante, aplicada a plantas, animais e, ocasionalmente, a partes do corpo humano.

Uso Contemporâneo e Dicionarizado

A palavra 'glabra' é formalmente reconhecida e dicionarizada no português brasileiro, sendo utilizada predominantemente em contextos científicos (botânica, zoologia, dermatologia) e em descrições formais.

glabra

Do latim 'glaber, glabrus'.

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