glicerol
Do grego 'glykys' (doce) + '-ol' (sufixo para álcoois).
Origem
Termo cunhado pelo químico francês Michel Eugène Chevreul em 1816, derivado do grego 'glykys' (γλυκύς), que significa 'doce', com o sufixo '-ol' indicando um álcool.
Mudanças de sentido
Conceito químico para um composto específico com propriedades doces e alcoólicas.
Mantém seu sentido químico primário, mas expande seu uso para descrever aplicações em diversos produtos de consumo e industriais.
Primeiro registro
O termo foi estabelecido na literatura científica internacional com a publicação dos trabalhos de Chevreul. A entrada no português brasileiro se deu posteriormente, em publicações científicas e técnicas.
Comparações culturais
Inglês: Glycerol (ou Glycerin). Espanhol: Glicerol (ou Glicerina). Francês: Glycérol. Alemão: Glycerin.
Relevância atual
O glicerol é um composto químico fundamental com vasta aplicação industrial e comercial. Sua relevância reside em suas propriedades umectantes, solventes e adoçantes, sendo um ingrediente comum em produtos de higiene pessoal, alimentos e medicamentos. A palavra 'glicerol' é amplamente reconhecida em contextos técnicos e de consumo.
Origem Etimológica
Meados do século XIX — termo cunhado pelo químico francês Michel Eugène Chevreul em 1816, derivado do grego 'glykys' (γλυκύς), que significa 'doce', com o sufixo '-ol' indicando um álcool.
Entrada no Português Brasileiro
Final do século XIX / Início do século XX — A palavra 'glicerol' entra no vocabulário científico e técnico do português, possivelmente através de publicações científicas europeias e da expansão da química como disciplina.
Uso Contemporâneo
Atualidade — Amplamente utilizada na indústria farmacêutica, cosmética, alimentícia e química, tanto em contextos formais quanto em descrições de produtos. A palavra é formal/dicionarizada.
Do grego 'glykys' (doce) + '-ol' (sufixo para álcoois).