goma
Do latim gummi, e este do grego kommi, 'resina'.
Origem
Do latim 'gummi', derivado do grego 'kommi', referindo-se à resina de árvores, uma substância pegajosa.
Mudanças de sentido
Sentido primário de resina vegetal pegajosa, usada para selar e em unguentos.
Expansão para adesivos em geral (colas, pastas).
Passa a designar borracha (industrial) e doces (goma de mascar, balas).
Mantém múltiplos sentidos e adquire novas conotações em gírias e expressões regionais.
A palavra 'goma' é identificada como formal/dicionarizada, mas seu uso em contextos informais e regionais no Brasil pode apresentar variações e ressignificações.
Primeiro registro
Registros em textos de navegação e medicina da época, indicando o uso de resinas vegetais.
Momentos culturais
A popularização da goma de mascar e de produtos de borracha molda a percepção cultural da palavra.
Presença em receitas culinárias (goma de tapioca, goma xantana) e em expressões idiomáticas regionais brasileiras.
Vida digital
Buscas relacionadas a receitas culinárias, produtos de borracha e, em menor escala, a gírias regionais.
Comparações culturais
Inglês: 'gum' (resina, goma de mascar, borracha). Espanhol: 'goma' (resina, borracha, goma de mascar, cola). Francês: 'gomme' (resina, borracha, goma de mascar). Italiano: 'gomma' (borracha, goma de mascar).
Relevância atual
A palavra 'goma' mantém sua relevância em múltiplos domínios: culinária (espessante, ingrediente), indústria (borracha, adesivos), saúde (medicamentos) e no cotidiano (goma de mascar). Sua polissemia garante sua presença contínua no vocabulário.
Origem Etimológica
Século XIV — do latim 'gummi', que por sua vez deriva do grego 'kommi', referindo-se à resina de certas árvores, uma substância pegajosa.
Entrada e Evolução no Português
Séculos XV-XVI — A palavra 'goma' entra no português através do latim e grego, mantendo o sentido primário de resina vegetal pegajosa. Usada em contextos de navegação (para selar) e medicina (como base para unguentos).
Diversificação de Sentidos
Séculos XVII-XIX — O sentido se expande para incluir substâncias adesivas em geral, como colas e pastas. No Brasil colonial, o termo pode ter sido usado para se referir a produtos locais de origem vegetal com propriedades adesivas ou espessantes.
Era Industrial e Moderna
Séculos XIX-XX — Com a industrialização, 'goma' passa a designar a borracha (especialmente a borracha natural vulcanizada, como em pneus e artigos de borracha). O sentido de doce (goma de mascar, balas) também se consolida. A palavra 'goma' é identificada como palavra formal/dicionarizada.
Uso Contemporâneo
Século XXI — 'Goma' mantém seus múltiplos sentidos: adesivo, resina, borracha, doce. Ganha novas conotações em gírias e expressões regionais, e é amplamente utilizada em contextos culinários, industriais e de consumo.
Do latim gummi, e este do grego kommi, 'resina'.