grainha
Origem controversa; possivelmente do latim vulgar *grania, derivado de granum 'grão'.
Origem
Do latim vulgar *granum*, diminutivo de *granu*, que significa grão, semente. Deriva do latim clássico *granum*.
Mudanças de sentido
Termo técnico para a semente da uva, com uso restrito à viticultura e produção de vinho.
Mantém o sentido original, mas com uso menos frequente no vocabulário geral.
Embora dicionarizada e formal, 'grainha' não se popularizou como termo genérico para semente ou caroço, mantendo-se associada especificamente à uva em contextos mais especializados. O termo 'caroço' é mais comum para outras frutas, e 'semente' é o termo geral.
Primeiro registro
Registros em textos de viticultura e tratados sobre vinho em Portugal.
Momentos culturais
Aparece em descrições de vinhos e uvas em guias de enologia e gastronomia, e em receitas que utilizam uvas.
Comparações culturais
Inglês: 'grape seed' ou 'pips'. Espanhol: 'pepita de uva' ou 'semilla de uva'. Francês: 'pépin de raisin'. Italiano: 'vinacciolo'.
Relevância atual
A palavra 'grainha' é formal e dicionarizada, utilizada em contextos específicos de viticultura, enologia e gastronomia. Seu uso no cotidiano é limitado, sendo mais comum o uso de 'semente' ou 'caroço' em outros contextos frutíferos.
Origem Etimológica
Século XIV - do latim vulgar *granum*, diminutivo de *granu*, que significa grão, semente. Deriva do latim clássico *granum*.
Entrada no Português
Século XV/XVI - A palavra 'grainha' surge em textos portugueses, referindo-se especificamente à semente da uva, um termo técnico na viticultura e na produção de vinho.
Uso Contemporâneo
Atualidade - 'Grainha' é um termo dicionarizado e formal, usado principalmente em contextos de gastronomia, viticultura e botânica para se referir à semente da uva. Seu uso é menos comum no dia a dia em comparação com 'semente' ou 'caroço'.
Origem controversa; possivelmente do latim vulgar *grania, derivado de granum 'grão'.