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hagiografia

Do grego 'hagiographía', de 'hágios' (santo) + 'graphía' (escrita).

Origem

Século IV d.C.

Do grego 'hagiographia', de 'hagios' (santo) e 'graphein' (escrever).

Mudanças de sentido

Idade Média

Escrita sobre a vida de santos, com foco em milagres e virtudes.

Século XIX em diante

Passa a ser utilizada para descrever biografias idealizadas e sem crítica, especialmente de figuras políticas ou históricas.

O uso pejorativo se intensifica em contextos de análise crítica de biografias e narrativas históricas, onde 'hagiografia' implica uma falta de imparcialidade e uma glorificação excessiva do biografado.

Primeiro registro

Século IV d.C.

Textos patrísticos e hagiografias de santos cristãos primitivos.

Momentos culturais

Idade Média

Produção de 'Vidas de Santos' como parte fundamental da literatura religiosa e devoção popular.

Século XX

Crítica acadêmica e literária ao gênero hagiográfico, questionando sua veracidade e objetividade.

Comparações culturais

Inglês: 'Hagiography' mantém o sentido original e o uso pejorativo. Espanhol: 'Hagiografía' similar ao português e inglês. Francês: 'Hagiographie' com os mesmos usos. Alemão: 'Hagiographie' ou 'Heiligengeschichte' (história de santos).

Relevância atual

O termo é amplamente utilizado em estudos literários, históricos e religiosos para descrever um gênero específico. Seu uso pejorativo persiste em debates sobre a objetividade de biografias e narrativas sobre figuras públicas, políticas e históricas.

Origem Etimológica e Antiguidade

Século IV d.C. - Deriva do grego 'hagiographia', composto por 'hagios' (santo) e 'graphein' (escrever), significando 'escrita sobre santos'.

Expansão com o Cristianismo

Idade Média - A prática de escrever vidas de santos (hagiografias) se intensifica com a expansão do cristianismo, tornando-se um gênero literário comum na Europa.

Uso e Ressignificação

Era Moderna e Contemporânea - O termo 'hagiografia' mantém seu sentido original, mas passa a ser usado também de forma pejorativa para descrever biografias excessivamente laudatórias e acríticas, especialmente de figuras políticas ou públicas.

hagiografia

Do grego 'hagiographía', de 'hágios' (santo) + 'graphía' (escrita).

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