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halófita

Do grego 'hals' (sal) + 'phyton' (planta).

Origem

Século XIX

Do grego antigo 'hals' (sal) e 'phyton' (planta). O termo foi cunhado para descrever a característica de plantas que prosperam em solos com alta salinidade.

Primeiro registro

Século XX

O registro mais provável no português brasileiro ocorre em publicações científicas e acadêmicas da área de botânica e ecologia, possivelmente a partir de meados do século XX, com a expansão da pesquisa científica no país.

Comparações culturais

Inglês: 'Halophyte' - termo idêntico e de uso científico similar. Espanhol: 'Halófita' - termo idêntico, com uso científico equivalente. Francês: 'Halophyte' - termo idêntico, utilizado em contextos botânicos.

Relevância atual

A palavra 'halófita' mantém sua relevância no campo da botânica e ecologia no Brasil, sendo fundamental para a descrição e estudo de ecossistemas específicos como manguezais e áreas costeiras sujeitas à salinidade. Sua aplicação é estritamente técnica e científica.

Origem Etimológica

Século XIX - Derivação do grego antigo 'hals' (sal) e 'phyton' (planta), referindo-se a plantas adaptadas a ambientes salinos.

Entrada no Português Brasileiro

Século XX - A palavra 'halófita' entra no vocabulário científico e botânico brasileiro, possivelmente através de publicações acadêmicas e traduções de obras estrangeiras sobre ecologia e botânica.

Uso Contemporâneo

Atualidade - Termo técnico utilizado em estudos ambientais, botânicos e de ecossistemas costeiros e salinos no Brasil. Sua presença é restrita a contextos acadêmicos e de pesquisa.

halófita

Do grego 'hals' (sal) + 'phyton' (planta).

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