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halógeno

Do grego 'hals' (sal) + 'genes' (que gera).

Origem

Século XIX

Do grego 'hals' (sal) e 'genes' (formador), cunhado por Humphry Davy em 1811 para descrever elementos que formam sais.

Mudanças de sentido

Século XIX

Conceito científico para elementos formadores de sais.

Início do Século XX

Termo estabelecido na nomenclatura química em português.

Atualidade

Mantém o sentido científico, com aplicações técnicas em diversas áreas.

O termo 'halógeno' permaneceu estritamente técnico, sem desvios semânticos para o uso coloquial ou figurado em português.

Primeiro registro

Início do Século XX

Presença em manuais de química e publicações científicas em português, refletindo a adoção da terminologia internacional.

Comparações culturais

Inglês: 'halogen' (mesma origem e uso científico). Espanhol: 'halógeno' (mesma origem e uso científico). Francês: 'halogène' (mesma origem e uso científico). Alemão: 'Halogen' (mesma origem e uso científico).

Relevância atual

Termo fundamental na química e em aplicações tecnológicas como iluminação (lâmpadas halógenas), desinfecção e materiais industriais. Sua relevância é estritamente técnica e científica.

Origem Etimológica

Século XIX — do grego 'hals' (sal) e 'genes' (formador), significando 'formador de sal'. O termo foi cunhado pelo químico inglês Humphry Davy em 1811.

Entrada e Uso na Língua Portuguesa

Início do século XX — o termo 'halógeno' entra no vocabulário científico e acadêmico em português, referindo-se aos elementos químicos do grupo 17 da tabela periódica (flúor, cloro, bromo, iodo, astato e tenessino).

Uso Contemporâneo

Atualidade — 'Halógeno' é um termo técnico amplamente utilizado na química, física, medicina (ex: lâmpadas halógenas, contraste radiológico) e indústria. Sua conotação é estritamente científica e formal.

halógeno

Do grego 'hals' (sal) + 'genes' (que gera).

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