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hematopoiese

Do grego haîma (sangue) + poíēsis (criação, produção).

Origem

Século XIX

Formada a partir de raízes gregas: 'haima' (αἷμα), que significa 'sangue', e 'poiesis' (ποίησις), que significa 'fazer', 'criar', 'produzir'.

Mudanças de sentido

Século XIX

Conceito científico para descrever a formação das células sanguíneas.

Atualidade

Mantém o sentido estritamente biológico e médico.

A palavra 'hematopoiese' não sofreu ressignificações populares ou mudanças de sentido fora do seu campo técnico. Permanece como um termo dicionarizado e formal, utilizado em artigos científicos, livros didáticos e discussões especializadas. A sua entrada no vocabulário médico brasileiro ocorreu em paralelo com o desenvolvimento da hematologia como especialidade.

Primeiro registro

Final do século XIX

Provavelmente em publicações médicas e científicas da época, refletindo a adoção de terminologia internacional.

Comparações culturais

Inglês: 'hematopoiesis'. Espanhol: 'hematopoyesis'. Ambos os idiomas utilizam termos derivados diretamente do grego, com o mesmo significado técnico e sem variações populares significativas. O termo é globalmente padronizado na comunidade científica.

Relevância atual

Alta relevância no campo da medicina, especialmente hematologia, oncologia e pesquisa com células-tronco. É um termo fundamental para a compreensão de doenças sanguíneas e tratamentos como transplantes de medula óssea.

Origem Etimológica

Século XIX — do grego 'haima' (sangue) e 'poiesis' (fazer, criar).

Entrada no Português

Final do século XIX/Início do século XX — termo técnico introduzido na medicina e biologia.

Uso Contemporâneo

Atualidade — termo formal e técnico, restrito a contextos médicos, biológicos e de pesquisa.

hematopoiese

Do grego haîma (sangue) + poíēsis (criação, produção).

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