hemolítico
Do grego 'haima' (sangue) + '-lítico' (que destrói).
Origem
Do grego 'haima' (αἷμα) significando 'sangue' e 'lysis' (λύσις) significando 'dissolução', 'quebra', 'liberação'.
Mudanças de sentido
O termo começa a ser usado em contextos científicos para descrever especificamente o fenômeno da destruição de eritrócitos, diferenciando-se de termos mais genéricos relacionados a doenças do sangue.
O sentido permanece técnico e específico, sem desvios significativos para o uso coloquial ou figurado.
A palavra 'hemolítico' manteve seu caráter estritamente técnico, sendo um termo de domínio da medicina e das ciências biológicas. Não há registros de ressignificações ou usos figurados em outras esferas.
Primeiro registro
Registros em publicações médicas e científicas em português, refletindo a adoção de terminologia internacional da época.
Comparações culturais
Inglês: 'hemolytic' (mesma origem grega, uso idêntico em medicina). Espanhol: 'hemolítico' (mesma origem grega, uso idêntico em medicina). Francês: 'hémolytique' (mesma origem grega, uso idêntico em medicina).
Relevância atual
Essencial no diagnóstico e tratamento de diversas condições médicas, como anemias hemolíticas, reações transfusionais e intoxicações. Presente em artigos científicos, prontuários médicos e pesquisas laboratoriais.
Origem Etimológica
Deriva do grego 'haima' (sangue) e 'lysis' (dissolução, quebra), referindo-se à quebra ou destruição de glóbulos vermelhos.
Entrada no Português
A palavra 'hemolítico' e o conceito associado à hemólise começam a ser formalmente registrados e discutidos no vocabulário médico e científico em português a partir do século XIX, com o avanço da medicina e da biologia.
Uso Contemporâneo
Termo técnico amplamente utilizado na medicina, hematologia e bioquímica para descrever processos, substâncias ou condições que causam a destruição de glóbulos vermelhos. Sua aplicação é estritamente científica e clínica.
Do grego 'haima' (sangue) + '-lítico' (que destrói).