heterozigótico
Do grego 'heteros' (diferente) + 'zygon' (jugo, par).
Origem
Do grego 'heteros' (diferente) e 'zygon' (jugo), cunhado no contexto da teoria da hereditariedade para descrever a condição de possuir alelos distintos para um mesmo gene.
Mudanças de sentido
Sentido estritamente biológico e genético, referindo-se à condição de um organismo diploide que possui dois alelos diferentes para um determinado gene em um locus específico.
Mantém o sentido técnico original, sem desvios ou popularização para outros contextos.
A palavra 'heterozigótico' permanece confinada ao domínio científico, não apresentando ressignificações ou usos metafóricos comuns na linguagem cotidiana.
Primeiro registro
Registros em publicações científicas e acadêmicas brasileiras da área de biologia e medicina, acompanhando a disseminação dos estudos genéticos.
Comparações culturais
Inglês: 'heterozygous'. Espanhol: 'heterocigótico'. Ambos os idiomas compartilham a mesma origem grega e o uso técnico restrito à genética, sem variações significativas de sentido ou popularização.
Relevância atual
Termo fundamental e indispensável no campo da genética, biologia molecular, medicina (especialmente em aconselhamento genético e diagnóstico de doenças hereditárias) e pesquisa científica em geral no Brasil.
Origem Etimológica
Século XIX — Deriva do grego 'heteros' (diferente) e 'zygon' (jugo), referindo-se à união de elementos distintos, aplicado inicialmente à genética.
Entrada e Consolidação no Português
Início do século XX — A palavra 'heterozigótico' entra no vocabulário científico brasileiro, principalmente em estudos de biologia e genética, refletindo o avanço da ciência no país.
Uso Contemporâneo
Atualidade — Termo técnico amplamente utilizado em genética, biologia molecular e medicina, com pouca ou nenhuma penetração no uso coloquial geral.
Do grego 'heteros' (diferente) + 'zygon' (jugo, par).