himenóptero

Do grego 'hymen' (membrana) e 'pteron' (asa).

Origem

Século XIX

Deriva do grego 'hymen' (membrana) e 'pteron' (asa), descrevendo a principal característica morfológica da ordem Hymenoptera: asas membranosas.

Mudanças de sentido

Século XIX - Atualidade

O sentido da palavra permaneceu estritamente técnico e científico, sem desvios ou popularizações significativas.

Diferentemente de termos mais comuns, 'himenóptero' manteve seu significado original e restrito ao campo da zoologia e entomologia, sem adquirir conotações populares ou figuradas.

Primeiro registro

Século XIX

Registros em publicações científicas e acadêmicas de entomologia no Brasil e em Portugal, refletindo a adoção da taxonomia científica internacional.

Momentos culturais

Século XX - Atualidade

A presença da palavra em livros didáticos, documentários sobre natureza e artigos de divulgação científica sobre a importância ecológica de insetos como abelhas e formigas.

Comparações culturais

Inglês: Hymenoptera (mesma origem grega e uso científico). Espanhol: Hymenoptera (mesma origem grega e uso científico). Francês: Hyménoptère (mesma origem grega e uso científico).

Relevância atual

Atualidade

A palavra é fundamental em estudos de biodiversidade, ecologia, agricultura (polinização) e controle de pragas, mantendo sua relevância no discurso científico e educacional.

Origem Etimológica

Século XIX — do grego 'hymen' (membrana) e 'pteron' (asa), referindo-se à característica das asas membranosas dos insetos desta ordem.

Entrada e Consolidação no Português

Século XIX/XX — A palavra 'himenóptero' entra no vocabulário científico e acadêmico do português, especialmente com o avanço da entomologia e da biologia.

Uso Contemporâneo

Atualidade — Termo técnico utilizado em contextos científicos, educacionais e de divulgação sobre insetos, como abelhas, formigas e vespas.

himenóptero

Do grego 'hymen' (membrana) e 'pteron' (asa).

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