hipnoses

Do grego 'hypnos' (sono).

Origem

Antiguidade Grega

Do grego 'hypnosis' (sono), derivado de 'hypnos' (sono).

Século XIX

Entrada no vocabulário científico ocidental e, subsequentemente, no português.

Mudanças de sentido

Século XIX

Referência ao estado de sono induzido artificialmente, com foco científico e médico.

Atualidade

O plural 'hipnoses' é usado para se referir a múltiplos estados hipnóticos ou a diferentes técnicas e aplicações da hipnose, mantendo um sentido técnico e formal.

Enquanto 'hipnose' é a forma singular e mais popular, 'hipnoses' é empregada em contextos acadêmicos, clínicos ou em discussões que abordam a diversidade de fenômenos hipnóticos, como em 'as diferentes hipnoses terapêuticas' ou 'estudos sobre múltiplas hipnoses'.

Primeiro registro

Século XIX

Registros em publicações científicas e médicas da época, em português, sobre os estudos de James Braid e outros pioneiros da hipnose.

Momentos culturais

Século XX

A hipnose, e por extensão o termo 'hipnoses', aparece em obras de ficção científica e suspense, muitas vezes retratada de forma sensacionalista ou misteriosa.

Representações

Cinema e Televisão (Século XX e XXI)

Filmes e séries frequentemente exploram a hipnose como ferramenta de controle mental, espionagem ou cura, com o termo 'hipnoses' podendo surgir em diálogos técnicos ou em títulos de episódios/filmes que abordam múltiplos casos ou tipos de hipnose.

Comparações culturais

Inglês: 'hypnoses' (plural de hypnosis), usado de forma similar em contextos técnicos e científicos. Espanhol: 'hipnosis' (singular) e 'hipnosis' ou 'hipnosis' (plural, menos comum, mas existente em contextos formais). Francês: 'hypnoses' (plural de hypnose), com uso técnico semelhante. Alemão: 'Hypnosen' (plural de Hypnose), também em contextos formais e científicos.

Relevância atual

Atualidade

A palavra 'hipnoses' é formal e tecnicamente utilizada em artigos científicos, livros didáticos e discussões especializadas sobre psicologia, medicina e neurociência, referindo-se à pluralidade de estados e técnicas hipnóticas. Sua presença é mais restrita a esses âmbitos do que a forma singular 'hipnose'.

Origem Etimológica e Entrada no Português

Século XIX — Deriva do grego 'hypnosis' (sono), que por sua vez vem de 'hypnos' (sono). A palavra entrou no vocabulário científico e médico ocidental no século XIX, com o desenvolvimento dos estudos sobre o sono e estados alterados de consciência, chegando ao português nesse período.

Consolidação Científica e Uso Médico

Final do Século XIX e Início do Século XX — A palavra 'hipnose' e suas formas derivadas, como 'hipnoses' (plural), foram amplamente adotadas na comunidade científica e médica para descrever o estado induzido e as práticas associadas. O uso era predominantemente técnico e formal.

Uso Contemporâneo e Popularização

Meados do Século XX até a Atualidade — Embora 'hipnose' seja a forma mais comum, 'hipnoses' (plural) é utilizada em contextos mais formais ou técnicos, referindo-se a múltiplos estados hipnóticos ou a diferentes tipos de hipnose. A palavra mantém sua conotação científica, mas também aparece em discussões sobre terapias alternativas e fenômenos psicológicos.

hipnoses

Do grego 'hypnos' (sono).

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