hipóxia

Do grego hypó (embaixo, pouco) + oxýs (oxigênio).

Origem

Século XIX

Do grego 'hypo' (abaixo, deficiente) e 'oxýs' (agudo, oxigênio).

Mudanças de sentido

Século XIX - Início do Século XX

Concebida como um termo estritamente técnico para descrever uma condição fisiológica específica.

A palavra manteve seu sentido técnico e científico desde sua origem, sem sofrer ressignificações ou popularização em outros campos do saber ou na linguagem cotidiana.

Primeiro registro

Início do século XX

Registros em publicações médicas e científicas em língua portuguesa, refletindo a adoção do termo internacional.

Comparações culturais

Inglês: 'Hypoxia' - termo médico com uso similar. Espanhol: 'Hipoxia' - termo médico com uso similar. Francês: 'Hypoxie' - termo médico com uso similar.

Relevância atual

A palavra 'hipóxia' mantém sua relevância como termo técnico essencial na medicina, fisiologia, bioquímica e áreas correlatas, sendo fundamental para diagnósticos, pesquisas e tratamentos relacionados à oxigenação tecidual.

Origem Etimológica

Século XIX — Deriva do grego 'hypo' (abaixo, deficiente) e 'oxýs' (agudo, oxigênio), referindo-se a uma condição de deficiência de oxigênio.

Entrada na Língua Portuguesa

Início do século XX — A palavra 'hipóxia' entra no vocabulário médico e científico em português, paralelamente ao seu uso em outras línguas europeias, como termo técnico para descrever a falta de oxigênio nos tecidos.

Uso Contemporâneo

Atualidade — 'Hipóxia' é uma palavra formal e dicionarizada, amplamente utilizada em contextos médicos, fisiológicos e de pesquisa científica. Seu uso é restrito a esses domínios, sem penetração significativa na linguagem coloquial ou popular.

hipóxia

Do grego hypó (embaixo, pouco) + oxýs (oxigênio).

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