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holótipo

Do grego 'holos' (todo) + 'typos' (marca, exemplar).

Origem

Antiguidade Clássica

Do grego 'holos' (todo, inteiro) e 'typos' (marca, tipo, exemplar). A junção dos termos remete à ideia de um exemplar que representa a totalidade ou a essência de um tipo.

Mudanças de sentido

Antiguidade Clássica - Início da Taxonomia

O conceito de 'tipo' para designar um exemplar representativo já existia de forma implícita. A formalização do termo 'holótipo' ocorreu com o desenvolvimento da taxonomia moderna.

Século XIX - Atualidade

O sentido de 'holótipo' permaneceu estável como o espécime original e único designado para servir como nome e descrição de uma nova espécie ou táxon. Não houve ressignificações significativas fora do seu contexto científico.

A definição de 'holótipo' é crucial para a estabilidade da nomenclatura zoológica e botânica, garantindo que pesquisadores em todo o mundo se refiram à mesma entidade biológica ao discutir uma espécie. A escolha e preservação de holótipos são práticas rigorosas na comunidade científica.

Primeiro registro

Final do Século XIX / Início do Século XX

A formalização do termo 'holótipo' como um tipo nomenclatural específico ocorreu com as regras internacionais de nomenclatura zoológica e botânica, que se consolidaram nesse período. O registro em português brasileiro acompanha a adoção desses códigos internacionais pela comunidade científica nacional.

Comparações culturais

Inglês: 'holotype'. Espanhol: 'holotipo'. O termo é amplamente internacionalizado na comunidade científica, com grafias muito similares em diversas línguas românicas e germânicas, refletindo sua origem grega e adoção global pela taxonomia.

Relevância atual

Atualidade

O 'holótipo' continua sendo um pilar fundamental na taxonomia e na conservação da biodiversidade. Sua importância é inegável para a ciência, garantindo a precisão e a universalidade na descrição e classificação de formas de vida. É um termo técnico essencial em museus, universidades e centros de pesquisa em todo o mundo, incluindo o Brasil.

Origem Etimológica

Deriva do grego antigo 'holos' (todo, inteiro) e 'typos' (marca, tipo, exemplar), significando 'o exemplar inteiro' ou 'o tipo original'.

Entrada na Língua Portuguesa

O termo 'holótipo' foi introduzido na linguagem científica, especialmente na biologia e taxonomia, para designar o espécime único que serve como base para a descrição formal de uma nova espécie ou táxon. Sua adoção no português brasileiro acompanha o desenvolvimento da ciência no país, provavelmente a partir do século XIX ou início do século XX, com a expansão de instituições de pesquisa e a participação de cientistas brasileiros em congressos internacionais.

Uso Contemporâneo

Atualmente, 'holótipo' é um termo técnico amplamente utilizado em publicações científicas, museus de história natural e instituições de pesquisa. Sua relevância reside na precisão terminológica para a classificação e identificação de organismos, sendo fundamental para a comunicação científica global. A palavra é formal e dicionarizada, sem uso coloquial ou popular.

holótipo

Do grego 'holos' (todo) + 'typos' (marca, exemplar).

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