ignífugo
Do latim 'ignis' (fogo) + sufixo '-fugo' (que foge, que repele).
Origem
Formada a partir do latim 'ignis' (fogo) e 'fugere' (fugir), com o sentido de repelir ou resistir ao fogo.
Mudanças de sentido
O sentido original de 'que não pega fogo' se consolida em contextos técnicos e de segurança.
A necessidade de classificar materiais quanto à sua inflamabilidade impulsionou o uso de termos precisos como 'ignífugo' para descrever propriedades de resistência ao fogo em tecidos, madeiras tratadas e outros materiais.
O termo mantém seu significado técnico e específico, sem grandes ressignificações populares.
A palavra é predominantemente encontrada em manuais técnicos, normas de segurança, especificações de produtos e artigos científicos relacionados à prevenção de incêndios.
Primeiro registro
Registros em publicações científicas e técnicas da época, possivelmente em periódicos de engenharia ou química.
Comparações culturais
Inglês: 'fire-resistant' ou 'flame-retardant' (resistente ao fogo, retardador de chama). Espanhol: 'ignífugo' ou 'incombustible' (incombustível). Francês: 'ignifuge' (ignífugo). Alemão: 'feuerfest' (resistente ao fogo).
Relevância atual
A palavra 'ignífugo' mantém sua relevância em nichos técnicos e de segurança, sendo essencial para a classificação e especificação de materiais em diversas indústrias, como construção civil, têxtil e automotiva, garantindo a segurança contra incêndios.
Origem Etimológica
Deriva do latim 'ignis' (fogo) e 'fugere' (fugir), significando literalmente 'que foge do fogo' ou 'que repele o fogo'.
Entrada no Português
A palavra 'ignífugo' surge no vocabulário técnico e científico, possivelmente a partir do século XIX, com o desenvolvimento de materiais e tecnologias de segurança contra incêndios.
Uso Contemporâneo
Mantém seu sentido técnico, sendo utilizada em contextos de engenharia, arquitetura, segurança e fabricação de materiais resistentes ao fogo.
Do latim 'ignis' (fogo) + sufixo '-fugo' (que foge, que repele).