ilógicas

Formado pelo prefixo 'i-' (privativo) + 'lógico'.

Origem

Antiguidade Clássica

Do latim 'illogicus', do grego 'alogos' (sem razão, sem discurso), composto por 'in-' (privativo) e 'logos' (razão, palavra).

Mudanças de sentido

Antiguidade Clássica - Atualidade

O sentido fundamental de 'contrário à lógica ou à razão' permaneceu estável, mas o uso se expandiu para diversas áreas do conhecimento e da vida cotidiana.

A palavra 'ilógicas' (plural feminino de 'ilógico') é empregada para qualificar substantivos femininos que não seguem um padrão racional ou coerente. Por exemplo, 'as premissas são ilógicas', 'as decisões foram ilógicas'.

Primeiro registro

Séculos XV-XVI

Registros em textos filosóficos e teológicos em português que discutiam a lógica aristotélica e a razão, onde o termo 'ilógico' e suas flexões começam a aparecer.

Momentos culturais

Século XX

Utilizada em debates intelectuais e literários para criticar discursos irracionais ou absurdos, como em obras do modernismo e do teatro do absurdo.

Atualidade

Presente em discussões sobre fake news, teorias conspiratórias e comportamentos sociais que desafiam a racionalidade.

Vida emocional

Geral

Associada à crítica, à refutação e à demonstração de falhas em argumentos ou raciocínios. Pode carregar um tom de desaprovação ou de perplexidade.

Vida digital

Atualidade

Usada em redes sociais para comentar notícias, opiniões ou eventos considerados absurdos ou sem sentido. Frequentemente aparece em discussões online sobre política e comportamento social.

Comparações culturais

Geral

Inglês: 'illogical' (plural 'illogical'). Espanhol: 'ilógico' (plural 'ilógicas'). Ambas as línguas compartilham a mesma raiz etimológica latina e grega, mantendo um sentido similar de irracionalidade ou falta de coerência.

Relevância atual

Atualidade

A palavra 'ilógicas' mantém sua relevância como ferramenta de análise crítica em um mundo saturado de informações e discursos diversos, sendo essencial para a distinção entre o racional e o irracional.

Origem Etimológica

Deriva do latim 'illogicus', que por sua vez vem do grego 'alogos', significando 'sem razão' ou 'sem discurso'. O prefixo 'in-' (privativo) + 'logos' (razão, palavra).

Entrada e Consolidação no Português

A palavra 'ilógico' e suas variações, como 'ilógicas', foram gradualmente incorporadas ao vocabulário português, seguindo a influência do latim e do grego, especialmente através do latim eclesiástico e acadêmico. Sua forma plural feminina 'ilógicas' é usada para concordar com substantivos femininos.

Uso Contemporâneo

Em português brasileiro, 'ilógicas' é uma palavra formal e dicionarizada, utilizada para descrever ideias, ações, argumentos ou situações que contrariam a lógica, a razão ou o bom senso. É comum em contextos acadêmicos, jurídicos, científicos e em debates argumentativos.

ilógicas

Formado pelo prefixo 'i-' (privativo) + 'lógico'.

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