ilegítimo

Do latim 'illegitimus', prefixo 'in-' (não) + 'legitimus' (legítimo).

Origem

Antiguidade Clássica

Do latim 'illegitimus', composto por 'in-' (não) e 'legitimus' (legal, legítimo).

Mudanças de sentido

Idade Média - Atualidade

O sentido primário de 'não legal' ou 'não legítimo' permaneceu estável, mas o escopo de aplicação se expandiu para abranger o moralmente questionável e o socialmente inaceitável.

Inicialmente restrito a questões de filiação e herança (filho ilegítimo), o termo passou a qualificar ações, governos, direitos e até mesmo sentimentos que não se conformam com normas legais, morais ou sociais estabelecidas.

Primeiro registro

Registros da palavra em textos jurídicos e literários medievais em português.

Momentos culturais

Período Colonial - Século XX

Frequentemente utilizada em discussões sobre poder, legitimidade de governos e direitos civis, especialmente em contextos de colonização e ditaduras.

Século XX - Atualidade

Aparece em debates sobre a validade de leis, eleições e a moralidade de atos públicos e privados.

Conflitos sociais

Histórico

Associada à deslegitimação de grupos sociais, governos ou práticas, frequentemente usada em discursos de oposição e revolta.

Atualidade

Emprego em discussões sobre direitos de minorias, questionamento de instituições e debates políticos acirrados.

Vida emocional

Carrega um peso negativo, associado à ilegalidade, injustiça, imoralidade e falta de reconhecimento.

Comparações culturais

Inglês: 'illegitimate' (mesma origem latina, uso similar em contextos legais, morais e sociais). Espanhol: 'ilegítimo' (equivalente direto, com uso idêntico em contextos jurídicos e morais). Francês: 'illégitime' (mesma raiz e aplicação).

Relevância atual

A palavra 'ilegítimo' mantém sua forte carga semântica em debates sobre justiça, legalidade e moralidade na esfera pública e privada, sendo um termo recorrente em notícias, análises políticas e discussões éticas.

Origem Etimológica

Deriva do latim 'illegitimus', prefixo 'in-' (não) + 'legitimus' (legal, legítimo), significando 'não legal' ou 'não legítimo'.

Entrada e Consolidação no Português

A palavra 'ilegítimo' foi incorporada ao vocabulário português, mantendo seu sentido original de algo que não é legal, justo ou moralmente aceitável. Sua presença é documentada desde os primeiros registros da língua.

Uso Contemporâneo

Mantém o sentido de ilegal, inválido ou imoral, sendo aplicada em contextos jurídicos, morais e sociais. A palavra 'ilegítimo' é formal e dicionarizada, conforme indicado no contexto RAG.

ilegítimo

Do latim 'illegitimus', prefixo 'in-' (não) + 'legitimus' (legítimo).

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