ilegível
Do latim 'illegibilis', de 'in-' (não) + 'legibilis' (legível).
Origem
Do latim 'illegibilis', formado pelo prefixo de negação 'in-' e 'legibilis' (legível), que por sua vez vem de 'legere' (ler).
Mudanças de sentido
O sentido de 'que não se pode ler' ou 'que não se consegue decifrar' permaneceu estável ao longo do tempo, sendo aplicado a textos, caligrafias, ou até mesmo a expressões que não são claras.
Embora o sentido central seja constante, a aplicação da palavra se expandiu para abranger desde a dificuldade de ler um manuscrito antigo até a impossibilidade de decifrar um código moderno ou a expressão indecifrável de um rosto.
Primeiro registro
Registros em documentos e literatura indicam o uso da palavra em Portugal desde o período medieval, com o sentido de impossibilidade de leitura de textos.
Momentos culturais
A dificuldade de leitura de manuscritos e documentos era um tema recorrente em romances e contos, onde a palavra 'ilegível' era frequentemente empregada para descrever pistas cruciais ou mensagens secretas.
Em contextos acadêmicos e de preservação de documentos, a condição 'ilegível' de um texto era um desafio para historiadores e arquivistas.
Comparações culturais
Inglês: 'illegible' (mesma origem e sentido). Espanhol: 'ilegible' (mesma origem e sentido). Francês: 'illisible' (mesma origem e sentido). Italiano: 'illegibile' (mesma origem e sentido).
Relevância atual
A palavra 'ilegível' continua sendo uma palavra formal e dicionarizada, essencial para descrever a condição de algo que não pode ser lido. Sua aplicação se estende a documentos físicos, digitais e até mesmo a interpretações de sinais não verbais.
Origem Etimológica
Deriva do latim 'illegibilis', composto por 'in-' (não) e 'legibilis' (legível, que se pode ler), este último originado de 'legere' (ler).
Entrada e Consolidação no Português
A palavra 'ilegível' foi incorporada ao vocabulário português, mantendo seu sentido original de algo que não pode ser lido ou decifrado. Sua presença é documentada em textos literários e administrativos desde períodos remotos.
Uso Contemporâneo
Mantém o sentido primário de impossibilidade de leitura, aplicado a manuscritos, impressos, ou mesmo a sinais e expressões faciais. É uma palavra formal e dicionarizada, encontrada em diversos contextos.
Do latim 'illegibilis', de 'in-' (não) + 'legibilis' (legível).