ilegítimo
Do latim 'illegitimus', prefixo 'in-' (não) + 'legitimus' (legítimo).
Origem
Do latim 'illegitimus', composto por 'in-' (não) e 'legitimus' (legal, legítimo).
Mudanças de sentido
O sentido primário de 'não legal' ou 'não legítimo' permaneceu estável, mas o escopo de aplicação se expandiu para abranger o moralmente questionável e o socialmente inaceitável.
Inicialmente restrito a questões de filiação e herança (filho ilegítimo), o termo passou a qualificar ações, governos, direitos e até mesmo sentimentos que não se conformam com normas legais, morais ou sociais estabelecidas.
Primeiro registro
Registros da palavra em textos jurídicos e literários medievais em português.
Momentos culturais
Frequentemente utilizada em discussões sobre poder, legitimidade de governos e direitos civis, especialmente em contextos de colonização e ditaduras.
Aparece em debates sobre a validade de leis, eleições e a moralidade de atos públicos e privados.
Conflitos sociais
Associada à deslegitimação de grupos sociais, governos ou práticas, frequentemente usada em discursos de oposição e revolta.
Emprego em discussões sobre direitos de minorias, questionamento de instituições e debates políticos acirrados.
Vida emocional
Carrega um peso negativo, associado à ilegalidade, injustiça, imoralidade e falta de reconhecimento.
Comparações culturais
Inglês: 'illegitimate' (mesma origem latina, uso similar em contextos legais, morais e sociais). Espanhol: 'ilegítimo' (equivalente direto, com uso idêntico em contextos jurídicos e morais). Francês: 'illégitime' (mesma raiz e aplicação).
Relevância atual
A palavra 'ilegítimo' mantém sua forte carga semântica em debates sobre justiça, legalidade e moralidade na esfera pública e privada, sendo um termo recorrente em notícias, análises políticas e discussões éticas.
Origem Etimológica
Deriva do latim 'illegitimus', prefixo 'in-' (não) + 'legitimus' (legal, legítimo), significando 'não legal' ou 'não legítimo'.
Entrada e Consolidação no Português
A palavra 'ilegítimo' foi incorporada ao vocabulário português, mantendo seu sentido original de algo que não é legal, justo ou moralmente aceitável. Sua presença é documentada desde os primeiros registros da língua.
Uso Contemporâneo
Mantém o sentido de ilegal, inválido ou imoral, sendo aplicada em contextos jurídicos, morais e sociais. A palavra 'ilegítimo' é formal e dicionarizada, conforme indicado no contexto RAG.
Do latim 'illegitimus', prefixo 'in-' (não) + 'legitimus' (legítimo).