implume
Do latim 'implumis', de 'in-' (não) + 'pluma' (pena).
Origem
Do latim 'implumis', composto por 'in-' (privativo) e 'pluma' (pena, pluma).
Mudanças de sentido
Sentido primário e literal: desprovido de plumas ou penas. Ex: um filhote de pássaro implume.
Uso figurado para descrever algo ou alguém em estado inicial, vulnerável, sem proteção ou sem adornos. Ex: uma ideia ainda implume, um projeto implume.
A transição para o uso metafórico ocorre pela associação da ausência de penas com a falta de maturidade, proteção ou sofisticação, características frequentemente atribuídas a filhotes ou a algo recém-formado.
Primeiro registro
Registros em dicionários e vocabulários da língua portuguesa desde os primórdios da sua codificação, indicando uso estabelecido.
Momentos culturais
Presente em obras literárias e científicas que descrevem a fauna ou o desenvolvimento de seres vivos, tanto em sentido literal quanto figurado.
Comparações culturais
Inglês: 'unfeathered' ou 'downy' (para filhotes), 'unfledged' (metafórico para inexperiente). Espanhol: 'implume' (literal e metafórico), 'polluelo' (filhote de ave).
Relevância atual
A palavra 'implume' mantém sua relevância em contextos científicos (ornitologia, biologia) e em usos literários ou coloquiais para descrever estados de imaturidade ou despojamento.
Origem Etimológica
Deriva do latim 'implumis', que significa 'sem plumas' ou 'desprovido de penas'. O prefixo 'in-' (privativo) se une a 'pluma' (pena, pluma).
Entrada e Uso Inicial no Português
A palavra 'implume' é registrada em textos portugueses, provavelmente a partir do período de formação da língua, referindo-se literalmente a seres sem penas, como filhotes de aves ou animais.
Uso Contemporâneo
Mantém seu sentido literal em contextos zoológicos e biológicos. Pode ser usada metaforicamente para descrever algo ou alguém em estado inicial, desprotegido ou sem adornos.
Do latim 'implumis', de 'in-' (não) + 'pluma' (pena).