imprimidas
Do latim 'imprimere'.
Origem
Do latim 'imprimere' (pressionar, gravar, marcar), particípio passado 'impressus'.
Mudanças de sentido
Referia-se ao ato físico de gravar ou marcar em superfícies sólidas, como metais ou madeira.
Expande-se para significar textos, livros e documentos produzidos pela prensa, ganhando o sentido de publicação e reprodução mecânica.
Mantém o sentido de material impresso físico, mas também abrange cópias digitais ou arquivos destinados à impressão, adaptando-se à tecnologia.
Primeiro registro
Registros em documentos medievais referindo-se a selos, moedas e gravuras.
Momentos culturais
A proliferação de livros 'imprimidas' foi central para a disseminação do conhecimento, a Reforma Protestante e o Renascimento.
Jornais e revistas 'imprimidas' tornam-se veículos de massa para informação e entretenimento, moldando a opinião pública.
A literatura de massa, com edições 'imprimidas' de romances e contos, atinge um público amplo.
Comparações culturais
Inglês: 'printed' (particípio passado de 'to print'), com sentido similar de algo gravado ou reproduzido mecanicamente, especialmente em papel. Espanhol: 'impresas' (forma feminina plural de 'impreso', particípio passado de 'imprimir'), também referindo-se a algo gravado ou publicado. Francês: 'imprimées' (particípio passado feminino plural de 'imprimer'), com o mesmo conceito de reprodução física ou textual.
Relevância atual
A palavra 'imprimidas' mantém sua relevância em contextos formais, acadêmicos e técnicos, referindo-se a documentos, livros, relatórios e outros materiais físicos produzidos por impressão. Sua contraparte digital, embora não use o termo diretamente, é uma evolução do conceito de 'imprimida'.
Origem Etimológica e Latim
Século XIII — Deriva do verbo latino 'imprimere', que significa 'pressionar', 'gravar', 'marcar'. O particípio passado é 'impressus', que deu origem a 'impresso' e, por extensão, 'imprimida'.
Entrada no Português e Uso Medieval
Idade Média — A palavra 'imprimida' (e suas variações) entra no vocabulário português, inicialmente ligada ao ato físico de gravar em metal ou madeira, como na impressão de selos, moedas ou em gravuras rudimentares.
Revolução da Imprensa e Expansão de Sentido
Século XV em diante — Com a invenção da prensa de tipos móveis por Gutenberg, o termo 'imprimida' ganha um novo fôlego, referindo-se a textos, livros e documentos produzidos em larga escala. O sentido se expande para o que é publicado ou reproduzido mecanicamente.
Era Moderna e Digital
Século XX e Atualidade — 'Imprimidas' continua a ser usada para textos físicos, mas também se adapta ao contexto digital, referindo-se a cópias digitais ou a arquivos que podem ser impressos. A palavra mantém sua formalidade e é encontrada em contextos técnicos e documentais.
Do latim 'imprimere'.