infinitésimo

Do latim 'infinitesimus', ordinal de 'infinitus'.

Origem

Antiguidade Clássica

Do latim 'infinitesimus', ordinal de 'infinitus' (infinito), indicando a milésima parte ou uma quantidade ínfima.

Mudanças de sentido

Séculos XVII-XVIII

Entrada no português com sentido estritamente matemático e filosófico, referindo-se ao limite de uma sequência ou a uma parte indivisível.

Século XIX

Consolidação do uso em cálculo diferencial e integral, e em discussões sobre o infinito e o infinitesimal.

Atualidade

Uso técnico em ciências exatas e uso metafórico para descrever algo extremamente pequeno ou insignificante.

Na linguagem comum, 'infinitésimo' pode ser usado para enfatizar a pequenez de algo, como 'um esforço infinitesimal' ou 'uma chance infinitesimal', sem necessariamente ter a precisão matemática.

Primeiro registro

Século XVIII

Registros em textos acadêmicos e científicos de língua portuguesa, refletindo a influência do desenvolvimento do cálculo na Europa.

Momentos culturais

Século XIX

A palavra aparece em discussões filosóficas sobre o infinito e em tratados de matemática, influenciando o pensamento científico da época.

Século XX

Utilizada em obras literárias que exploram conceitos abstratos ou a vastidão do universo, conferindo um tom erudito.

Vida emocional

Atualidade

Associada à precisão, à complexidade científica e, metaforicamente, à insignificância ou à raridade extrema.

Vida digital

Atualidade

Buscas frequentes em artigos científicos, fóruns de matemática e física. Menos comum em redes sociais, onde termos mais simples são preferidos para expressar pequenez.

Comparações culturais

Atualidade

Inglês: 'infinitesimal', com uso técnico similar em matemática e física. Espanhol: 'infinitesimal', também com forte ligação à ciência. Francês: 'infiniment petit' (literalmente 'infinitamente pequeno') ou 'infinitésimal', ambos com uso científico.

Relevância atual

Atualidade

A palavra 'infinitésimo' mantém sua relevância primária no discurso científico e acadêmico, especialmente em matemática e física. Seu uso metafórico, embora menos frequente que sinônimos mais coloquiais, confere um tom de precisão ou de ênfase na pequenez extrema.

Origem Etimológica

Deriva do latim 'infinitesimus', o ordinal de 'infinitus' (infinito), significando a milésima parte de algo, ou uma quantidade extremamente pequena.

Entrada e Uso Inicial no Português

A palavra 'infinitésimo' foi incorporada ao vocabulário português, provavelmente através do francês 'infiniment petit' ou diretamente do latim, com uso mais restrito em contextos científicos e filosóficos.

Consolidação Científica e Filosófica

O termo se estabeleceu em campos como matemática (cálculo infinitesimal) e física, referindo-se a quantidades ou divisões infinitesimais, extremamente pequenas, mas não nulas.

Uso Contemporâneo

Mantém seu significado técnico em ciências exatas, mas também é empregado metaforicamente para descrever algo de magnitude mínima ou quase imperceptível na linguagem cotidiana.

infinitésimo

Do latim 'infinitesimus', ordinal de 'infinitus'.

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