infinitude
Derivado de 'infinito' + sufixo '-ude'.
Origem
Do latim 'infinitas', significando 'sem fim', 'ilimitado'. Composta por 'in-' (não) e 'finitus' (finito).
Mudanças de sentido
Mantém o sentido de ilimitação, aplicada a conceitos divinos, cósmicos ou abstratos.
Uso formal em contextos filosóficos, científicos e literários para descrever o que é sem fim ou sem limites.
Primeiro registro
Registros em textos latinos medievais que influenciaram o português antigo. O uso em português se consolida gradualmente.
Momentos culturais
Frequentemente usada em poesia para evocar sentimentos de vastidão, transcendência e o sublime.
Termo chave para discutir a natureza de Deus, do universo e de conceitos abstratos como tempo e espaço.
Comparações culturais
Inglês: 'infinitude' (mesma origem latina, uso similar em contextos formais e abstratos). Espanhol: 'infinitud' (derivado do latim, com sentido e uso análogos). Francês: 'infinité' (também do latim, com aplicação semelhante em filosofia e matemática).
Relevância atual
A palavra 'infinitude' mantém sua relevância em campos que lidam com o ilimitado, como a cosmologia, a matemática teórica e a filosofia existencial. É uma palavra de registro formal, menos comum na linguagem coloquial.
Origem Etimológica
Deriva do latim 'infinitas', que significa 'sem fim', 'ilimitado', formado por 'in-' (não) e 'finitus' (finito). A palavra chegou ao português através do latim vulgar.
Entrada e Consolidação no Português
A palavra 'infinitude' foi incorporada ao léxico português, mantendo seu sentido original de imensidão e ilimitação. Seu uso se estabeleceu em contextos filosóficos, teológicos e poéticos.
Uso Contemporâneo
A palavra 'infinitude' é utilizada formalmente em textos acadêmicos, literários e científicos para descrever o conceito de algo sem limites, seja no espaço, tempo ou quantidade. É uma palavra formal/dicionarizada.
Derivado de 'infinito' + sufixo '-ude'.