Palavras

infrassom

Do latim 'infra' (abaixo) + do grego 'somos' (som).

Origem

Século XX

Do latim 'infra' (abaixo) e 'sonus' (som). O termo é uma criação da física e da acústica para designar frequências sonoras abaixo de 20 Hz, o limite inferior da audição humana.

Mudanças de sentido

Meados do Século XX

Primariamente um termo técnico-científico, referindo-se a ondas sonoras inaudíveis.

Final do Século XX - Atualidade

Expande-se para discussões sobre saúde pública, poluição sonora e efeitos ambientais, adquirindo conotações de 'ruído oculto' ou 'ameaça sutil'.

Embora a definição física permaneça a mesma, o uso popularizado de 'infrassom' passou a evocar preocupações sobre impactos negativos à saúde e ao bem-estar, mesmo que não percebidos conscientemente. A palavra carrega um peso de algo que afeta sem ser detectado pelos sentidos comuns.

Primeiro registro

Meados do Século XX

A entrada do termo 'infrassom' na língua portuguesa se deu principalmente através de publicações científicas e acadêmicas da área de acústica e física, a partir de meados do século XX. Não há um registro único e datado de sua primeira aparição em português, mas seu uso se consolida nesse período.

Momentos culturais

Final do Século XX - Atualidade

O infrassom é frequentemente associado a fenômenos naturais de grande magnitude (terremotos, vulcões) e a tecnologias controversas (como turbinas eólicas), gerando debates e aparecendo em documentários e reportagens sobre meio ambiente e saúde.

Representações

Final do Século XX - Atualidade

O conceito de infrassom, ou sons inaudíveis com efeitos potenciais, aparece em filmes de ficção científica e suspense, muitas vezes como um elemento de terror psicológico ou como um fenômeno inexplicável que causa mal-estar ou pânico.

Comparações culturais

Inglês: 'infrasound'. Espanhol: 'infrasonido'. Ambos os termos são traduções diretas e compartilham a mesma origem etimológica e uso técnico-científico. O conceito é globalmente reconhecido na comunidade científica.

Relevância atual

Atualidade

O infrassom continua sendo um tópico de pesquisa em acústica, saúde ocupacional e ambiental. A expansão de fontes de infrassom, como a energia eólica, mantém o termo relevante em discussões sobre sustentabilidade e qualidade de vida. A percepção pública, muitas vezes influenciada pela ficção, ainda associa o infrassom a efeitos negativos e misteriosos.

Origem Conceitual e Etimológica

Século XX — O termo 'infrassom' é uma construção relativamente recente, surgindo com o avanço da física e da acústica. Deriva do latim 'infra' (abaixo) e 'sonus' (som), referindo-se a frequências sonoras inferiores ao limiar da audição humana.

Entrada na Linguagem Científica e Técnica

Meados do Século XX — A palavra 'infrassom' começa a ser utilizada em publicações científicas e técnicas para descrever fenômenos acústicos de baixa frequência, como os gerados por terremotos, erupções vulcânicas, turbinas eólicas e motores de grande porte. Sua entrada na língua portuguesa se dá majoritariamente através do vocabulário técnico-científico.

Popularização e Uso Atual

Final do Século XX - Atualidade — O termo 'infrassom' ganha maior visibilidade com o aumento da preocupação com a poluição sonora e seus efeitos na saúde humana e no meio ambiente. Começa a aparecer em discussões sobre bem-estar, urbanismo e tecnologias de monitoramento.

infrassom

Do latim 'infra' (abaixo) + do grego 'somos' (som).

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