inverossímil
in- (prefixo de negação) + verossímil.
Origem
Do latim 'inverosimilis', formado por 'in-' (negação) e 'verisimilis' (semelhante à verdade, crível).
Mudanças de sentido
O sentido de 'que não parece verdadeiro; que não se pode crer; improvável' permaneceu estável ao longo do tempo, sem grandes ressignificações.
A palavra mantém sua conotação de falta de credibilidade, sendo usada para qualificar algo que foge à lógica ou à experiência comum.
Primeiro registro
Registros em textos literários e filosóficos em português, indicando sua adoção a partir do latim.
Momentos culturais
Presente em obras literárias, críticas de arte e discussões sobre a veracidade de fatos históricos ou narrativas ficcionais.
Vida emocional
Associada à desconfiança, ceticismo e à rejeição de algo considerado fantasioso ou inverídico.
Comparações culturais
Inglês: 'implausible', 'unlikely', 'incredible'. Espanhol: ' inverosímil', 'poco creíble', 'increíble'. O conceito é amplamente compartilhado nas línguas ocidentais devido à raiz latina comum.
Relevância atual
Mantém sua relevância em debates sobre 'fake news', teorias conspiratórias e na análise crítica de discursos, onde a verossimilhança é um fator crucial para a aceitação de uma informação.
Origem Etimológica
Deriva do latim 'inverosimilis', composto por 'in-' (não) e 'verisimilis' (verossímil, que parece verdadeiro), significando literalmente 'não parecido com a verdade'.
Entrada e Consolidação no Português
A palavra 'inverossímil' foi incorporada ao léxico português, mantendo seu sentido original de algo improvável ou que não inspira credibilidade. Sua presença é atestada em textos literários e acadêmicos desde períodos anteriores à formação do português brasileiro moderno.
Uso Contemporâneo no Brasil
Empregado em contextos formais e informais para descrever situações, narrativas ou alegações que carecem de plausibilidade ou veracidade. É uma palavra formal/dicionarizada, conforme identificado em '4_lista_exaustiva_portugues.txt'.
in- (prefixo de negação) + verossímil.