invulgar
Do latim 'in-' (não) + 'vulgaris' (comum, ordinário).
Origem
Do latim 'in-' (não) + 'vulgaris' (comum, do povo), resultando em 'não comum', 'raro', 'excepcional'.
Mudanças de sentido
O sentido de 'raro', 'excepcional', 'fora do comum' permaneceu estável ao longo dos séculos, sem grandes ressignificações.
A palavra 'invulgar' sempre se opôs a 'vulgar' (comum, ordinário), mantendo uma conotação de distinção ou singularidade.
Primeiro registro
Registros em textos literários e administrativos da época, indicando seu uso consolidado.
Momentos culturais
Utilizada em descrições literárias para caracterizar personagens, paisagens ou eventos que se destacavam da norma.
Presente em obras de autores modernistas e contemporâneos que buscavam explorar a singularidade e o não convencional.
Comparações culturais
Inglês: 'uncommon', 'unusual', 'rare'. Espanhol: 'inusual', 'raro', 'singular'. Francês: 'insolite', 'singulier'.
Relevância atual
A palavra 'invulgar' mantém sua relevância como um termo formal para descrever algo que se destaca pela sua raridade ou excepcionalidade, sendo encontrada em textos literários, acadêmicos e jornalísticos de cunho mais elaborado. Sua classificação como 'Palavra formal/dicionarizada' no contexto RAG confirma seu status na norma culta.
Origem Etimológica
Deriva do latim 'in-' (não) e 'vulgaris' (comum, do povo), significando 'não comum', 'raro'.
Entrada e Consolidação no Português
A palavra 'invulgar' foi incorporada ao léxico português, mantendo seu sentido original de algo que foge à norma ou ao comum. Sua forma dicionarizada indica um uso estabelecido na língua.
Uso Contemporâneo
Mantém o sentido de raro, excepcional, notável, sendo utilizada em contextos formais e literários. O contexto RAG a classifica como 'Palavra formal/dicionarizada'.
Do latim 'in-' (não) + 'vulgaris' (comum, ordinário).