iridáceas

Do latim científico 'Iridaceae', referente ao gênero tipo 'Iris'.

Origem

Final do Século XVIII

Do grego 'Iris' (deusa do arco-íris) + sufixo latino '-aceae' (família botânica). O nome da família Iridaceae foi estabelecido por Antoine Laurent de Jussieu.

Primeiro registro

Século XIX

Presume-se que os primeiros registros em português brasileiro datem do século XIX, em publicações científicas e botânicas que descreviam a flora.

Comparações culturais

Inglês: 'Iridaceae' (mesma origem e uso científico). Espanhol: 'Iridáceas' (mesma origem e uso científico). Francês: 'Iridacées' (mesma origem e uso científico).

Relevância atual

A palavra mantém sua relevância no campo da botânica e horticultura, sendo essencial para a classificação e estudo de plantas ornamentais e nativas.

Origem Etimológica

Deriva do grego 'Iris', nome da deusa grega do arco-íris, e do sufixo latino '-aceae', que indica família botânica. O nome da família Iridaceae foi cunhado pelo botânico Antoine Laurent de Jussieu em 1789.

Entrada no Português Brasileiro

A palavra 'iridáceas' entrou no vocabulário botânico e científico do português, provavelmente no século XIX, com a expansão do conhecimento científico e a catalogação da flora brasileira.

Uso Contemporâneo

Utilizada predominantemente em contextos acadêmicos, botânicos, de jardinagem e paisagismo. É uma palavra formal e dicionarizada, referindo-se à família de plantas monocotiledôneas que inclui gêneros como Iris, Gladiolus e Crocus.

iridáceas

Do latim científico 'Iridaceae', referente ao gênero tipo 'Iris'.

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