isomerismo
Do grego 'isos' (igual) + 'meros' (parte).
Origem
Do grego 'isos' (igual) e 'meros' (parte), cunhado para descrever a propriedade de compostos químicos que compartilham a mesma fórmula molecular, mas diferem na estrutura ou arranjo espacial dos átomos.
Mudanças de sentido
Conceito científico inicial: descreve a igualdade na composição atômica, mas diferença na disposição dos átomos.
Termo técnico consolidado: mantém o sentido original estritamente no campo da química, sem desvios semânticos para outros domínios.
Ao contrário de outras palavras que sofrem ressignificações culturais, 'isomerismo' permaneceu um termo técnico com significado preciso e restrito à química.
Primeiro registro
Presença em publicações científicas e acadêmicas brasileiras de química, possivelmente em traduções de obras europeias sobre o tema.
Comparações culturais
Inglês: 'Isomerism' - termo idêntico e com o mesmo uso técnico. Espanhol: 'Isomería' - termo similar, também estritamente científico. Francês: 'Isomérie' - termo idêntico. Alemão: 'Isomerie' - termo idêntico.
Relevância atual
Termo fundamental e indispensável na química orgânica e inorgânica, essencial para a compreensão de estruturas moleculares, reatividade e propriedades de substâncias. Utilizado em pesquisa, ensino e desenvolvimento industrial.
Origem Etimológica
Século XIX — termo cunhado a partir do grego 'isos' (igual) e 'meros' (parte), referindo-se a compostos com a mesma composição.
Entrada na Língua Portuguesa
Final do século XIX/Início do século XX — A palavra 'isomerismo' entra no vocabulário científico e acadêmico do português, especialmente em química, refletindo o avanço da ciência no Brasil e a tradução de obras estrangeiras.
Uso Contemporâneo
Atualidade — 'Isomerismo' é um termo técnico consolidado na química, utilizado em contextos acadêmicos, de pesquisa e industriais. Sua presença é formal e restrita ao campo científico.
Do grego 'isos' (igual) + 'meros' (parte).