Palavras

juíza

Forma feminina de 'juiz'.

Origem

Antiguidade Clássica

Deriva do latim 'iudex', composto por 'ius' (lei) e 'dicere' (dizer), significando 'aquele que diz o direito'.

Mudanças de sentido

Latim Tardio

Surgimento de formas femininas como 'iudicissa' ou 'iudicia', mas sem consolidação.

Séculos Medievais - Início do Século XX

Predominância da forma masculina 'juiz', com a forma feminina 'juíza' sendo rara e não padronizada.

Século XX - Atualidade

Consolidação e aceitação formal da palavra 'juíza' com o aumento da presença feminina na magistratura.

A ascensão de mulheres à magistratura no século XX e XXI normalizou o uso do feminino 'juíza', que passou a ser a forma padrão e dicionarizada para a profissão exercida por mulheres.

Primeiro registro

Idade Média

Registros esporádicos em textos antigos, sem uso generalizado ou padronização.

Século XX

Aumento significativo de registros e uso corrente em documentos oficiais e na mídia.

Momentos culturais

Século XX

Aumento da representação de mulheres em posições de poder, incluindo a magistratura, em obras literárias e cinematográficas.

Atualidade

Presença frequente em novelas, séries e filmes brasileiros, retratando a figura da juíza em diferentes contextos sociais e jurídicos.

Conflitos sociais

Século XX

Resistência inicial e debates sobre a adequação do uso do feminino 'juíza' em contextos formais, refletindo o machismo estrutural da época.

Atualidade

A palavra 'juíza' é amplamente aceita, mas a luta por igualdade de gênero na magistratura e em outras profissões continua, sendo a palavra um símbolo dessa conquista.

Vida digital

Atualidade

Buscas por 'juíza' são comuns em portais de notícias, sites jurídicos e redes sociais. A palavra aparece em discussões sobre direitos das mulheres e igualdade de gênero.

Comparações culturais

Atualidade

Inglês: 'Judge' é neutro em gênero, mas 'female judge' ou 'woman judge' são usados para especificar. Espanhol: 'Jueza' é a forma feminina direta e amplamente utilizada, similar ao português. Francês: 'Juge' é neutro, mas 'la juge' é usado para a mulher. Alemão: 'Richter' (masculino) e 'Richterin' (feminino) são formas distintas.

Relevância atual

Atualidade

A palavra 'juíza' é fundamental para a representatividade e o reconhecimento das mulheres na esfera jurídica e na sociedade brasileira. Sua existência e uso corrente refletem avanços na igualdade de gênero e na inclusão profissional.

Origem Etimológica

Do latim 'iudex', que significa 'aquele que julga', derivado de 'ius' (lei) e 'dicere' (dizer). A forma feminina 'iudicissa' ou 'iudicia' era usada em latim tardio, mas não se consolidou.

Entrada e Consolidação no Português

A forma masculina 'juiz' foi a predominante por séculos. A forma feminina 'juíza' começou a ser usada esporadicamente em textos antigos, mas sem regularidade. A oficialização e o uso corrente da forma feminina ganharam força a partir do século XX, impulsionados pela crescente participação feminina em profissões antes dominadas por homens.

Uso Contemporâneo e Reconhecimento

Atualmente, 'juíza' é uma palavra formal e dicionarizada, amplamente utilizada para se referir a mulheres que exercem a magistratura. O uso é comum e aceito em todos os registros da língua portuguesa, incluindo o jurídico e o cotidiano.

juíza

Forma feminina de 'juiz'.

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