língula
Do latim 'lingula', diminutivo de 'lingua' (língua).
Origem
Do latim 'lingula', diminutivo de 'lingua', significando 'pequena língua'.
Mudanças de sentido
O sentido primário de 'pequena estrutura em forma de língua' permaneceu estável, sendo aplicado em contextos científicos.
A palavra 'língula' é usada para descrever formações anatômicas específicas, como a língula do lobo inferior do pulmão esquerdo ou a língula da mandíbula. O sentido não se expandiu para além do âmbito técnico-científico.
Primeiro registro
Registros em tratados de anatomia e medicina em português, refletindo a influência do latim e do conhecimento científico europeu.
Comparações culturais
Inglês: 'lingula' (termo anatômico idêntico, do latim). Espanhol: 'língula' (termo anatômico idêntico, do latim). Francês: 'lingula' (termo anatômico idêntico, do latim). Italiano: 'lingula' (termo anatômico idêntico, do latim).
Relevância atual
A palavra 'língula' mantém sua relevância estritamente no campo da medicina e biologia, sendo um termo técnico essencial para a descrição de partes do corpo humano e de outros organismos. Sua presença é formal e restrita a publicações científicas, artigos médicos e discussões acadêmicas. Não possui uso fora desse contexto especializado. É uma palavra formal/dicionarizada, conforme identificado no contexto RAG.
Origem Etimológica
Deriva do latim 'lingula', diminutivo de 'lingua' (língua), referindo-se a algo pequeno em forma de língua.
Entrada e Uso Inicial no Português
A palavra 'língula' foi incorporada ao vocabulário científico e médico em português, provavelmente a partir do século XVIII ou XIX, com a expansão da anatomia e da biologia como disciplinas formais.
Uso Contemporâneo
Mantém seu uso técnico em anatomia e biologia, referindo-se a estruturas específicas. É uma palavra formal e dicionarizada, sem uso coloquial ou popular.
Do latim 'lingula', diminutivo de 'lingua' (língua).